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Curso de Teologia

quinta-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro do Levítico O sacerdócio cristão e o fogo estranho no altar de Deus

14:09:00

<< Série - Estudos da Bíblia online >>


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Um fogo estranho no altar de Deus

A consagração de Arão e seus filhos como sacerdotes tinha sido concluída (Levítico 8-9) e parte do papel do sacerdote era a queima do incenso, que representa as orações do povo. Para isto havia um altar na parte de dentro da tenda onde o incenso era queimado. Então, o que os filhos de Arão, especificamente fizeram de errado? O que significa um fogo estranho perante o SENHOR?

A ideia básica é que eles ofereceram incenso contrário ao método especificada por Deus, conforme descrito no livro do Êxodo que dizia: "...Não ofereçam nesse altar nenhum outro tipo de incenso nem holocausto nem oferta de cereal nem derramem sobre ele ofertas de bebidas..." (Êxodo 30:9, NVI). Aí vem as conjecturas: Foi este ato intencional ou acidental? Poderia ter sido o caso que eles querendo agradar a Deus decidiram adicionar outras formas? Bom, o motivo não se sabe ao certo, porque o texto não revela, mas o fato é que não é a motivação que importa, mas o comportamento. Eles não seguiram as instruções exatamente como Deus prescreveu. Podemos ter a melhor motivação do mundo para violar os mandamentos de Deus, mas isto não importa, ainda será uma violação, e para toda violação existe uma punição.

Embora a natureza exata do fogo profano não seja conhecida, o motivo que levou os filhos de Arão a tomar tal atitude poderia ter sido que eles tenha entrado bêbados na tenda (Levítico 10:8-9); e com isto seu raciocínio foi prejudicado, e eles não perceberam nenhuma razão para se preocupar com a obtenção do fogo sagrado do altar do holocausto. Eles não discerniram a diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo. O fogo profano provavelmente não parecia diferente para eles, e certamente iria queimar o incenso também. Quem se importa? Então, ofereceram a Deus o que era comum, em vez do que era santo, como Deus exigia. E por sua desobediência pagaram com a vida. O salário do pecado é a morte; e eles morreram no próprio ato de seu pecado.

O fogo profano do cristão hodierno

Hoje, assim como fora Nadabe e Abiú naqueles dias, nos somos o "sacerdócio real, a nação santa e a geração eleita" (1 Pedro 2:9). E este acontecimento deve fazer-nos refletir e levar muito a sério todos os nossos atos de devoção e apresentação diante de Deus. Hoje adoramos ao mesmo Deus imutável, e Ele tomará vingança contra aqueles que profanar o seu nome sagrado, e não somente por beber vinho ou bebida forte, como é esclarecido nas escrituras (1 Timóteo 3:3). Neste mundo estamos continuamente expostos ao perigo de morte tanto física como a da espiritual; "...E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração..." (1 Pedro 4:7).

O livro de levítico apesar de ser em sua grande maioria um livro de regras e leis da antiga aliança, ele não esta preservado para nos como adorno ou enfeite na Bíblia. Se Deus permitiu que ele chegasse até nos é por que tem lições importantes para nossa conduta cristã; então vamos lucrar com esta advertência solene que esta história nos transmite. Devemos nos perguntar: Qual tipo de fogo estou depositando no altar de Deus? Qual é a lição que esta passagem nos traz? Obediência é a resposta. Este é o ponto, Deus hora a santificação e castiga a desobediência. Não devemos brincar com Deus, muitos vezes podemos nos perguntar: Mas nos cristãos não vivemos pela fé? Sim vivemos pela fé, mas isto não quer dizer que devemos rejeitar a lei de Deus. Nós hoje não necessitamos mais de sacrifício ovelhas, mas Deus requer de nos como cristãos obediência e santificação. As mesmas palavras de Levítico 19:2, onde Deus ordena a Moisés dizendo: "...Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo..." é repetida a nós pelo apostolo Pedro quando disse: "...Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo..." (1 Pedro 1:15,16).

Infelizmente em nossos dias tem se multiplicado muito o fogo profano entre aqueles que se dizem 'cristãos', como já fora profetizado pelo apostolo Paulo, quando escreveu a Timóteo dizendo: "...Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas..." (2 Timóteo 4:3-4). É comum hoje ouvirmos falar de pessoas que se dizendo 'evangélicas', estão nas mídias deste mundo por praticas nem um pouco santa no sentido original e bíblico da palavra, pessoas que estão nos palcos artísticos, rebolando o axé 'gospel', o funk 'evangélico', outros vão além disso, cantando para os dois públicos, um dia para o mundo e outro nos 'templos gospel', recentemente uma jovem chegou ao ponto de posar nua em uma revista masculina, dizendo ter o apoio de sua congregação e de seu 'pastor'. Mas e a Bíblia? A sã doutrina, será que a apoiou também? sem duvida que não. Mas infelizmente o fogo estranho não para por ai, a também o mercado 'gospel' com seus amuletos e quinquilharias 'ungidas', tem também as praticas e modismos disseminados entre seguimentos 'gospel', onde os membros rolam pelo chão, latem como cães, rosnam como animais irracionais, fugindo totalmente daquilo que Paulo rogando ensinou e Pedro suplicou, ambos através da unção do Espirito Santo, como podemos ler nas escrituras. "...Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional..." (Romanos 12:1); "...Deixando, pois, toda a malícia, todo o engano, e fingimentos, e invejas, e toda a maledicência, desejai, como meninos recém-nascidos, o leite racional, sem dolo, para que por ele cresçais para a salvação, se é que já provastes que o Senhor é benigno e, chegando-vos para ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus eleita e preciosa, sois vós também quais pedras vivas, edificados como casa espiritual para serdes um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo..." (1 Pedro 2:1-5). "...E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus..." (Romanos 12:2).

Quando professamo-nos adoradores de Deus, devemos ter zelo por seu nome e sua palavra, devemos buscar o conhecimento, "...Se, pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; porque morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus..." (Colossenses 3:1-3). É muito fácil tornarmo-nos desleixados em nosso serviço a Deus, ao invés de considerá-lo como Santo e glorificá-Lo como Ele merece, fazendo exatamente como Ele ordena, começamos a oferecer adoração como queremos e quando queremos, isto é fogo estranho e profano. Assim, nossa adoração torna-se uma conveniência ao invés de convicção! Precisamos ser lembrados de incidentes como este que aconteceu com Nadabe e Abiú, para nos, humilharmos na presença de Deus, para nos lembrar da seriedade de servir a Deus, considerando Deus como santo, e glorificá-lo corretamente em nosso serviço para Ele. Buscando em primeiro lugar o seu reino e sua justiça, mesmo acima daqueles mais próximos de nós. Que o exemplo de Nadabe e Abiú venha encorajar-nos a fazer aquilo que homenageia realmente a Deus! E não com atitudes que entristeça o Espirito santo, o nome de Jesus e manche o corpo de Cristo na terra.

Obediência a Deus todos os dias a Vida

Observamos que as ordenanças sempre foram focadas na aproximação e relacionamento do povo para com Deus. E naturalmente para se ter um relacionamento com Deus, o povo deveria buscá-Lo de uma maneira específica, ou seja por meio de vários sacrifícios papel desempenhado pelos sacerdotes intercedendo entre o povo e Deus. O Novo Testamento ensina que todos os cristãos são sacerdotes e que todos nós somos chamados a ajudar e interceder um pelos outros cumprindo o mandamento de Jesus de amar uns aos outros. Agindo de forma diferente do mundo, como Deus deseja, esta é a ideia básica de "santidade" que significa literalmente separado, retirado. Trata-se de mudar o nosso estilo de vida de uma forma que agrada a Deus; é mais do que apenas evitar o pecado. Trata-se de uma mudança completa na maneira de viver para uma forma que agrada a Deus. Em outras palavras, trata-se de fazer a vontade de Deus para nossas vidas em uma base de tempo integral.

OK, por que então Deus fala sobre comida? O que isto tem a ver com santidade? Por que Deus se importa com o que vamos comer? Para começar, Deus quer mostrar que Ele se preocupa com todos os aspectos de nossas vidas, e isto inclui aquilo que comemos. No mundo de hoje com tantos problemas e distúrbios alimentares, obesidade, doenças, etc; todos médicos e pesquisadores no final chegam a uma mesma conclusão nos somos aquilo que comemos, grande parte dos problemas de saúde esta ligado a alimentação. Agora imagine isto em tempo distante, em um mundo deserto sem refrigeração e sem o conhecimento e tecnologia de hoje, na verdade uma grande parte destes rituais ajudou os israelitas a viver uma vida saudável, esta era sem duvida a preocupação maior de Deus. Outra razão é era a separação do Seu povo do mundo que os rodeava.

Nos cristãos não necessitamos comer desta maneira? A dieta cristã não está limitado a estes animais. Pedro aprendeu essa lição como podemos ver em Atos capítulo 10. Também em Atos capítulo 15, vemos que houve uma grande reunião entre os apóstolos e líderes da igreja para debater sobre este e outros assuntos ligado ao povo não-judeu que estavam aceitando a Jesus Cristo como salvador. A pergunta principal era: Essas pessoas devem ou não guardar ou andar em conformidade com todas as leis judaicas? A resposta dos apóstolos e lideres foi que os únicos requisitos para os cristãos não judeus eram "...abster-se de comida contaminada pelos ídolos, da imoralidade sexual, da carne de animais sufocados e do sangue..." (Atos 15:20). Voltando a Levítico 11, o cristão não tem que ler este capítulo e dizer: Bem, aqui está o que eu posso e o que não posso comer; o que realmente é importante aqui é que mesmo que nos cristãos não estamos mais sob estas leis particulares, a ideia da santidade de Deus (isto é, viver uma vida diferente dos incrédulos/mundo) se aplicam a nós também. Deus deseja que nós vivemos em obediência e viver "de forma diferente " do mundo que nos rodeia. Jesus Cristo em sua oração disse: "...Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade..." (João 17:14-17). O apostolo João complementa essas palavras dizendo: "...Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre..." (1 João 2:15-17). Nós, como cristãos, não estamos vinculados as leis do Antigo Testamento mas sim vinculados a essência destas leis, como deixou bem claro Cristo quando interrogado a cerca do grande mandamento na lei, dizendo: "...Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas..." (Mateus 22:37-40); ou seja somos instruídos a viver uma vida de obediência a Deus e amor ao próximo baseado em nossa gratidão a Jesus Cristo pela nossa salvação. "...Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo..." (Romanos 14:17).

Purificação cerimonial do Cristão

Depois das leis sobre alimentos puros e impuros, vêm as leis relativas às pessoas puras e impuras. A ideia básica é que mesmo que um bebê recém-nascido seja inocente, eles ainda herda o gene do pecado. O pecado é naturalmente herdado por todas as pessoas e é passado de geração em geração. Os rituais do Capítulo 12 são projetados para lembrar os pais de que este, bebê inocente bonitinho é também um herdeiro do pecado. O homem repassa sua natureza depravada a sua descendência, tornando claro as palavra escritas por Paulo quando disse: "...Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus..." (Romanos 3:23-25).

Enquanto nós apreciamos a nossa liberdade cristã, e estamos livres das observâncias onerosos dos rituais da lei, é preciso no entanto termos cuidado para não abusar de nossa liberdade, trazendo fogo estranho ao altar de Deus. Porque o Senhor remiu e chamou o seu povo, para que possam ser santo, assim como ele é santo. Devemos sair e ser separado do mundo, é preciso deixar a companhia dos que amam o pecado, e deixar todas as conexões desnecessárias com aqueles que estão mortos em pecado, devemos ser zelosos de boas obras seguidores de Deus dedicados, e companheiros de seu povo, fortalecendo a igreja com ações e atitudes racionais que engrandeça o nome de Cristo.

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sexta-feira

"Não furtaras" - Os dez mandamentos

18:04:00

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8º Mandamento

"...Não furtarás..." Êxodo 20:15

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O oitavo Mandamento - Não furtarás

Infelizmente neste mundo materialista muitas são as vidas prejudicadas e defraudadas por pessoas inescrupulosas através dos furtos e roubos. Somente neste país, milhões de reais são desviados e perdidos para a corrupção politica, o desvio de dinheiro publico prejudica milhões de pessoas com a falta de hospitais, escolas, alimentação, etc; Algumas destas pessoas são tão baixas em seu nível de humanidade e bom senso que roubam alimentos de crianças indefesas, desviando dinheiro de merenda escolar e de creches.

Já o cidadão que não participa diretamente da corrupção politica ou governamental infelizmente também não fica atras, uma pesquisa realizada pela FMI/London House revelou que os supermercados brasileiros perdem, em média, 3,5% de seu faturamento com furtos de mercadorias e ações fraudulentas, o que dá mais de US$ 1 bilhão por ano. O estudo mostrou que 45% dos furtos são realizados pelos funcionários; 35% pelos clientes; 20% por entregadores, reparadores e outras pessoas que entram e saem dos supermercados. Trinta e três por cento dos supermercados possuem circuitos de TV, mas nem sempre é o suficiente. Mesmo em um supermercado com 108 câmeras, são registrados, em média, 15 furtos por mês. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados, milhões de pessoas são apanhadas por furtos a cada ano, e isto somente em supermercados agora imagine os outros setores, como hotéis e suas toalhas, o troco não devolvido corretamente, a caneta emprestada, o livro da biblioteca, etc, etc, etc... O fato é que independentemente do motivo, roubar é errado! Deus, deixa bem claro nestes versos que Ele condena o roubo, furto, ou qualquer outra modalidade deste pecado. O 8º Mandamento é direto em sua afirmação, dizendo: "Não furtarás."

Roubar é um crime e violação da lei

Sem duvida nenhuma obter lucro e posses não é pecado, mas existe o meio correto de se obter este lucro. Examinando a Bíblia podemos notar que Deus autorizou somente dois métodos principais pelos quais as pessoas podem legitimamente aumentar a suas posses e obter lucro. E quando nos envolvemos em uma destas duas áreas, estamos agindo de maneira correta.

Creio que não precisa esforço nenhum para saber qual é a primeira maneira licita de se obter lucro, a resposta é obvia na mente de todos, a recompensa pelo trabalho. Ao contrário da crença popular, o trabalho não é e nunca foi uma maldição! Mas sim um meio ordenado por Deus, para a manutenção da terra e sobrevivência do ser humano, como podemos ver claramente em Gênesis 2:15 que diz: "...O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo..." Ou seja o homem recebeu a ordenança de Deus para cultivar a terra antes mesmo da queda, isto significava trabalhar no jardim do Éden. Na verdade, o trabalho é glorificado por Deus. "...Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário..." (1 Timóteo 5:18). "...se alguém não quiser trabalhar, não coma também. Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes fazendo coisas vãs. A esses tais, porém, mandamos, e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão..." (2 Tessalonicenses 3:10-12). A vontade de Deus é que consigamos as coisas que precisamos na vida pelo trabalho de nossas mãos!

A segunda maneira, não menos honrosa e legítima de aumentar nossas posses é pela generosidade de outros, através de uma herança, um presente, ou podemos ser o beneficiário de um testamento ou apólice de seguro, etc. Estas são todas formas legítimas de obter ganho. Não há nada de errado em receber coisas dos outros, muitas vezes, Deus pode escolher abençoar a sua vida dessa maneira.

O Roubo ou furto é uma violação a lealdade

Quantos funcionários traem a confiança de seus patrões sendo desleal em sua ausência, quando trabalhadores domésticos furtam as coisa da casa, vendendo sem o conhecimento de seus empregadores embolsando o dinheiro, policiais, fiscais, e outros seguimentos recebendo propinas para aliviar ou prejudicar outra pessoa, falsificação de documentos como, registros em carteira, diplomas, certificados de cursos, atestados médicos, etc. Sempre que pegamos alguma coisas que não nos pertença, seja de nosso empregador ou não, somos culpados de roubar. Não importa se é tempo, materiais, dinheiro, o resultado é o mesmo! Observe o que Deus diz para aqueles que trabalham como funcionários: "...Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus. E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis..." (Colossenses 3:22-24; Leia: Levítico 19:35-36).

E o que dizer também da lealdade dos empregadores quando os funcionários são mal pagos, mal tratados, trabalhado sem registro, sem equipamentos de segurança, etc, isso também é uma forma de roubo! Deus também deixou alguns princípios, que devem ser seguido pelos empregadores, Ele diz: "...Vós, senhores, dai a vossos servos o que é de justiça e equidade, sabendo que também vós tendes um Senhor no céu..." (Colossenses 4:1). Muitas vezes mesmo sem perceber, somos culpados de roubar em várias áreas de nossa vida, por exemplo nos impostos quando pagamos mais barato por um produto sem nota fiscal, quando damos nossa palavra e não a cumprimos, quando não honramos uma dívida, não devolvemos algo emprestado, etc. Quando somos obrigados ou devemos fazer alguma coisa, e não fazemos estamos indiretamente roubado e tornamo-nos culpados perante Deus. O que Deus quer é que quando estamos devendo alguma coisa, seja dinheiro ou apenas a nossa palavra, Ele deseja que paguemos. Isto não quer dizer que um cristão quando esta devendo para o banco ou cartão de credito ele esta em pecado, não! nada disso, todos nos estamos sujeitos a passar por dificuldades, o fato é que devemos nos esforça para que isto não aconteça, mas caso aconteça devemos procurar a melhor forma possível de sanar os débitos.

Roubando a Deus e a salvação do próximo

Isto acontece quando tomamos a Deus o que é dele? Quando não usamos os dons espirituais que Ele nos providenciou, enterrando os talentos. A Bíblia é clara quando nos diz que quando somos salvos, recebemos alguns presentes do Pai Celestial - (1 Coríntios. 12:7-27). E quando deixamos de exercer nossos dons e talentos dados por Deus, ou quando deixamos de preencher o nosso lugar em seu corpo, quando não atribuímos nosso tempo e vida ao reino de Deus, mas somente neste mundo, somos culpados de roubar o Senhor. Há também a questão do senhorio de Deus em nosso coração. Quando tentamos exercer controle sobre nossa própria vida, ao invés de dar-lhe o lugar de supremacia, então somos culpados de roubar do Senhor. Nossa vida é um presente e deve ser investida para a glória de Deus.

Outro fator extremamente triste e prejudicial a nossa vida espiritual é quando nossos atos e ações afastam as pessoas de Deus, denegrindo o evangelho de Cristo, manchando a igreja do Senhor, etc. Quando agimos assim nós roubamos de Deus varias almas, e destruímos o relacionamento que temos com Ele, dizendo-lhe através de nossas ações que Ele não pode confiar em nós. E com toda certeza, naquele dia teremos de enfrentar um julgamento espiritual para nossas ações.

De acordo com a Palavra de Deus, quando cometemos algum furto ou roubo, e nos arrependemos somos perdoados mas devemos restituir o prejudicado. "...Quando eu também disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele se converter do seu pecado, e praticar juízo e justiça, Restituindo esse ímpio o penhor, indenizando o que furtou, andando nos estatutos da vida, e não praticando iniquidade, certamente viverá, não morrerá. De todos os seus pecados que cometeu não se terá memória contra ele; juízo e justiça fez, certamente viverá..." (Ezequiel 33:14-16). Devemos praticar a restituição, quer se trate de um empregador, um vizinho ou até mesmo Deus, devemos fazer o que é direito, custe o que custar! A vontade de Deus é que Seu povo nunca recorra ao roubo, mas se somos culpados, então temos que fazer a restituição.

"...Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa; porque importa que eu fique hoje em tua casa. Desceu, pois, a toda a pressa, e o recebeu com alegria. Ao verem isso, todos murmuravam, dizendo: Entrou para ser hóspede de um homem pecador. Zaqueu, porém, levantando-se, disse ao Senhor: Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado. Disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido..." (Lucas 19:5-10).

Leia também: <Deus no Centro da Vida...>
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segunda-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro do Levítico As ofertas o sacerdocio e seu significado para o cristão

17:05:00

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O livro de levítico e a relação com o próximo

O capitulo 6 do livro de levítico mesmo tratando ainda sobre oferta pela culpa e os sacrifícios de animais, algo que como já vimos no artigo anterior não é mais necessário, ele inicia nos dado a clara ideia de que Deus se preocupa com o nosso relacionamento com as outras pessoas, afinal representamos Deus para o mundo, então é natural que Deus se importe com a forma como agimos com nossos semelhantes. Se as pessoas não podem confiar em nós sobre coisas materiais e comportamentais; como eles poderão confiar quando lhes dissermos sobre Deus? Apesar de aparentemente todas estas questões se relacionarem com os nossos semelhantes, a transgressão é na realidade contra Deus, Ele é o fator motivacional para fazermos o que é correto na vida, tendo um relacionamento honesto com as pessoas que vivem ao nosso redor.

Nossa espiritualidade (sopro da vida) implantada por Deus nos leva a entender esta situação, e isto é verdade também para o ateu ou agnóstico. O ateu ou agnóstico sente-se culpado por um erro assim como o religioso ou cristão verdadeiro. Mesmo que eles ou qualquer outra pessoa não reconheça isso, foi Deus que os criou com esse sentimento de culpa. Logo a harmonia entre as pessoas envolve Deus. Mas independentemente de uma pessoa acreditar ou não em Deus, bom seria que todos nós vivêssemos em harmonia com nossos semelhantes, algo que infelizmente sabemos que muitas vezes não ocorre; Já para nós cristãos é nossa responsabilidade para com Deus antes de tudo, queremos resolver qualquer situação com os nossos semelhantes, e mais do que isto: È nossa responsabilidade evitar o atrito. Temos que ter uma relação amorosa e pacífica com todos para assim agradar a Deus. "...Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;..." (Hebreus 12:14). A atitude do cristão deve ser harmoniosa mesmo que seja ele o prejudicado, "...Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos..." (1 Tessalonicenses 5:15). "...Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?..." (1 Coríntios 6:7).

As leis humanas fazem diferenças com as punições, mas para Deus fazer mal para um semelhante é uma violação das leis divina, e a punição é exclusão do reino de Deus; quer seja uma mentira ou um assassinato. (Apocalipse 22:15). Fraudes e corrupções são geralmente acompanhadas com mentiras, e falsos juramentos. Se o infrator escapar da justiça dos homens com toda certeza não escapara do juízo e vingança de Deus, a não ser que a tempo busque o perdão pela fé em Jesus Cristo que é nossa oferta de culpa e tira o pecado do mundo. As ofensas citados na lei de Moisés, ainda são ofensas contra Deus, só a forma de perdão e expiação é que foi modificada. Mas os sacrifícios e holocaustos do cristão, que é o exercício de nossa fé, amor, oração e louvor, deve ser continuo e também nunca se apagar.

A relação das oferta pela culpa

Nos atos de adoração religiosa e os diversas tipos de ofertas, diferentemente de nos cristãos não eram coisas que o povo escolhia por seu próprio prazer, mas era uma obrigação; nos no entanto podemos decidir por nossa conta e risco, mas é claro e evidente que cumprimento das leis de Cristo não pode ser menor do que era nas leis de Moisés, mas cada um é livre para aceitar ou não cumpri-las. Jesus diz: "...eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo..." (Apocalipse 3:20).

O foco destas ofertas é lidar com os pecados muitos deles não intencionais, mas à algumas questões que deveríamos ter sempre em mente: A primeira questão é que a ignorância das leis de Deus não é desculpa para o pecado. Quando tomamos consciência de um pecado em nossa vida, devemos imediatamente lidar com isso. A vida cristã é um processo de maturação, nós como adultos espirituais devemos olhar para trás reconhecendo os erros e acertos aprendendo também com isto; "...Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino..." (1 Coríntios 13:11). Temos que lidar com o nosso passado; isso pode ser um exemplo de pecados não intencionais, ou mau comportamento do nosso passado que continua se manifestando. Temos que trazer esse pecado "altar de Deus" e queimá-lo.

Outra questão importante é que não há limitações para pecados não intencionais, assim como não há limite para o perdão. Deus trabalha em nossa vida no seu ritmo, não no nosso ritmo. Todos esses pecados são perdoáveis. Para os israelitas, alguns pecados têm uma pena maior do que os outros. O mesmo se aplica à nossa sociedade. Algumas leis têm uma pena mais dura do que outros. Mas quando se trata da salvação eterna, o único pecado imperdoável é negar a provisão de Deus para o pecado. Portanto, o foco desta lição não é sobre a salvação eterna, mas sobre o relacionamento do dia a dia com Deus e com nossos semelhantes. Deus nos considera responsáveis por todos os nossos pecados, mesmo os pecados não intencionais. Mas o mesmo Deus provê uma maneira de auxiliar o nosso relacionamento com Ele e aliviar toda e qualquer culpa por cometermos esses pecados. Nós, como cristãos, não temos que matar um bode, uma ovelha, ou qualquer outro animal para ter paz com Deus. O que temos que fazer é perceber que Deus também leva a sério os pecados não intencionais, e estes também devem ser evitados e confessados quando cometidos. Devemos também aceitar o perdão uma vez confessado os pecados, porque muitas vezes a parte mais difícil é aprender a perdoar a nós mesmos. "...Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça..." (1 João 1:9). Em certo sentido, somos muito duros para nós mesmos carregando a culpa por anos, porque achamos que deveríamos fazer melhor, mas se Deus é grande o suficiente para nos perdoar, então nós temos que aceitar o perdão e deixar de lado a culpa. É claro que se for necessário, precisamos fazer a restituição com os outros ao nosso redor. Pecados contra outras pessoas exigem penas e muitas vezes reparação, a ideia é que quando pecamos contra nosso próximo temos que fazer as pazes com eles, como já vimos anteriormente Deus se preocupa com sua reputação e nós somos testemunhas para os outros ao nosso redor.

A consagração de Arão e seus filhos

Deus escolheu Arão irmão de Moisés e seus filhos para ser o primeiro sumo sacerdote, o filho mais velho de Arão seria o próximo sumo sacerdote, e assim por diante. Os levitas que não eram descendentes diretos de Arão ainda assim foram também escolhidos para ser sacerdotes, mas eles tinham deveres menos significativo que Arão e seus filhos, e estavam encarregados de ajudar as pessoas com os seus sacrifícios. Arão e seus filhos foram lavados com água, para significar que eles deveriam purificar-se de todas as disposições pecaminosas, e sempre manter-se separados. Mas o ponto principal aqui é que os levitas foram "escolhidos" por Deus. Eles foram escolhidos para serem sacerdotes gostassem ou não, e o mesmo se aplica a Arão e seus filhos. Eles simplesmente foram "escolhidos" e "chamados" a opinião deles não importou na escolha.

No Novo Testamento, Cristo lavou os nossos pecados em seu próprio sangue, tornando-nos reis e sacerdotes para o nosso Deus, (Re 1:5,6). A unção de Arão foi para tipificar a unção de Cristo com o Espírito, o qual não foi dada por medida para ele. Todos os crentes têm recebido esta unção, todos os cristãos são chamados a ser sacerdotes. Todos os cristãos são "escolhidos" e "chamado" por Deus. Um dos maiores mal-entendidos entre os cristãos é pensar que apenas algumas pessoas são chamadas para o ministério de tempo integral. Se você tem dedicado a sua vida a servir a Jesus, você está no ministério de tempo integral. Um compromisso com Jesus é um comprometimento da própria vida. Isso significa que a cada momento da vida é um compromisso com Jesus.

"...Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo todo seu para que proclameis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz, vós que em outro tempo éreis não povo, mas agora sois povo de Deus, vós que não havíeis alcançado misericórdia, mas agora a tendes alcançado..." (1ª Pedro 2:9-10). Uma das chaves para a leitura do livro de Levítico é que existem aplicações para todos os cristãos em nossos papéis como sacerdotes. A palavra "sacerdote", e sinônimo de "ministro", é para isto que Deus chama todos nós para ajudar e apoiar os outros sedo eles cristãos ou não.

As primeiras ofertas de Arão por si e pelas pessoas

Em primeiro lugar Arão tinha que fazer um sacrifício pelo seu próprio pecado, isto não queria dizer ele cometeu algum pecado especial nos últimos dias que precisa de um perdão especial. A ideia que Deus nos passa neste fato é que, mesmo perdoados, ainda somos pessoas imperfeitas e precisamos ser lembrados disso regularmente. Para podemos ajudar os outros, precisamos primeiro fazer um inventário pessoal. Não se trata de ser perfeito, mas ser perfeitamente perdoado. De todas as coisas que podemos fazer na vida, eu não consigo pensar em nada mais gratificante do que ajudar alguém a se aproximar de Deus. Esse é o propósito básico de um sacerdote, auxiliar em favor do outro.

Estes muitos sacrifícios, foram todos feitos como apontando a morte de Cristo, ensina-nos que devemos ser lavados em seu sangue. Sejamos gratos que temos um sumo sacerdote tal como Cristo. Quando a solenidade foi finalizada, e a bênção foi pronunciada por Arão, Deus testificou sua aceitação e saiu fogo de diante do Senhor, e consumiu o sacrifício. Este fogo poderia justamente ter caído sobre o povo, e ter consumido-os por seus pecados, mas o sacrifício significava expiação pelo pecador. Isso também foi uma figura de coisas boas que virão. O Espírito Santo desceu sobre os apóstolos no fogo, e a descida deste fogo sagrado acendeu neles afetos piedosos e devotos para com Deus, e um zelo santo queimado as paixões da carne. Temos que ter a graça, e o fogo sagrado de Deus em nossa vida, caso contrario não podemos servi-lo aceitavelmente, (Hb 12:28).

"...Rogo vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus..." (Romanos 12:1-2).

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terça-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro de Levítico Sacrifícios na lei mosaica! X Sacrifícios do cristão hoje!

09:28:00

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Os Sacrifício de animais - Livro de Levíticos

E importante ressaltar que o livro de Levítico por tratar logo no seu inicio sobre os sacrifícios de animais e sobre o culto e ritos do povo judeu, muitos cristãos tende a não dar a devida importância a leitura deste livro, mas devemos nos lembrar que este livro não narra somente a historia de um povo, mas a historia de um povo e uma nação escolhida por Deus para o cumprimento de suas promessas para com a humanidade, ou seja; Jesus o Messias. Logo sabendo que o livro de Levítico aponta-nos para Jesus Cristo, deduzimos que sua leitura e estudo também diz respeito a nos cristãos. Ao estudarmos Levítico, vamos entender muitos dos aspectos dos sacrifícios em referencia a vinda do Messias.

Os judeus foram instruídos a ofertar animais para sacrifício por seus pecados. Os cristãos não necessita mais de sacrifícios de animais como expiação da culpa e do pecado. Em vez disso, Jesus é o sacrifício perpetuo quando se entregou na cruz do calvário para expiação de nossos pecados.

Apresentação das ofertas e holocaustos - Levíticos

Primeiramente devemos entender que as ofertas e o holocausto não se originou em Levítico, mas seu início encontra-se já no livro de Gênesis, a primeira citação sobre uma oferta a Deus é relatada no caso de Caim e Abel que diz: "...E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta..." (Gênesis 4:3,4). Isto já nos leva a crer que Abel sacrificou a ovelha agradando mais a Deus por fazer referencia ao sacrifício de Cristo. Mas o primeiro "holocausto" literalmente mencionado esta em (Gênesis 8:20) oferecido por Noé quando deixou a arca. Isto já nos faz entender por que Moisés disse a Faraó que o povo deveria tomar o seu gado e irem ao deserto para adorar a Deus, era porque eles precisava deles para oferecer holocaustos (Êxodo. 10:25-26), este já era um costume dos patriarcas antes de Moisés; o livro de levítico somente regulamenta uma pratica que devido a escravidão do povo no Egito perdeu-se ou foi corrompida pelas praticas pagãs do egípcios.

"...E chamou o SENHOR a Moisés, e falou com ele da tenda da congregação, dizendo: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao Senhor, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de gado vacum e de ovelha. Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem defeito; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o Senhor..." (Levítico 1:1-3). O propósito do holocausto era fazer expiação pelo pecado do ofertante e assim, ganhar a aceitação de Deus. O ofertante colocava as mãos sobre o animal, identificando-se com ele, assim o animal era sacrificado pelos pecados do ofertante, servindo para lembrá-lo de sua depravação. Dessa forma o holocausto forneceu uma solução temporária mas divina para a condição do homem caído.

Os sacrifícios no Antigo Testamento

O sacrifício que Noé ofereceu foi a base para a promessa da aliança de Deus com a humanidade, que Ele nunca mais iria destruir todos os seres vivos por um dilúvio: "...E o Senhor sentiu o suave cheiro, e o Senhor disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice, nem tornarei mais a ferir todo o vivente, como fiz..." (Gênesis 8:21). Esta promessa não foi que com o diluvio todo pecado tinha desaparecido da superfície da face da terra. A depravação do homem ainda está presente, a base para a promessa da aliança de Deus é o resultado do holocausto oferecido por Noé. Assim, os israelitas viram que o holocausto era um meio de evitar a ira e de obter o favor de Deus. A bênção de Deus foi o resultado de um holocausto, não de boas ações do homem.

O significado de tudo isso tornou-se bem claro para os santos do Novo Testamento, quando reconheceram em Jesus Cristo, o sacrifício perfeito o verdadeiro cordeiro que tira o pecado do mundo; mas este conhecimento era obscuro para os antigos israelitas, que somente sabia que Deus estava trabalhando em algo ainda misterioso e desconhecido. Até o momento em que esse propósito foi dado a conhecer, os israelitas aplacavam a ira de Deus, oferecendo holocaustos, afim de receberem as bênçãos de Deus.

Os sacrifícios no Novo Testamento

Independentemente dos israelitas entender ou não o simbolismo do holocausto e sua realização em Jesus Cristo, como o próprio João Batista indicou com as palavras: "...Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo..." (João 1:29). Devemos concordar com o livro de Hebreus que diz que Cristo veio como o Cordeiro de Deus e morreu "uma vez por todas", não há mais necessidade de sacrifícios diários ou anuais, "...Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação..." (Hebreus 9:28).

Com base na cruz podemos dizer que sacrifícios e holocausto não são mais necessários na vida do cristão, uma vez que o sacrifício perpetuo foi realizada em Cristo. Sem duvida nenhuma tratando-se de sacrifícios de animais esta conclusão esta absolutamente correta. Mas a um outro sentido em que a importância e a aplicação do sacrifício deve ser mantida para os cristãos ainda hoje. "...Com que me apresentarei diante do Senhor, e me prostrarei perante o Deus excelso? Apresentar-me-ei diante dele com holocausto, com bezerros de um ano? Agradar-se-á o Senhor de milhares de carneiros, ou de miríades de ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto das minhas entranhas pelo pecado da minha alma? Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benevolência, e andes humildemente com o teu Deus?..." (Miquéias 6:6-8).

O serviço do cristão, no corpo de Cristo (igreja) e na comunidade, é comparado na Bíblia a um sacrifício: "...Por ele, pois, ofereçamos sempre a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. Mas não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com outros, porque com tais sacrifícios Deus se agrada...." (Hebreus 13:15-16;. cf Fil 4:18). Uma vez que o sacrifício pelo perdão e expiação de nossos pecados foi realizado completamente por Cristo, não temos mais a necessidade de trazer cordeiros ao altar do holocausto. Mas temos a obrigação do sacrifício de louvor e boas obras a Deus por sua graça declarando nosso amor guardando seus mandamentos. "...Deixando, pois, toda a malícia, todo o engano, e fingimentos, e invejas, e toda a maledicência, desejai, como meninos recém-nascidos, o leite racional, sem dolo, para que por ele cresçais para a salvação, se é que já provastes que o Senhor é benigno. e, chegando-vos para ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus eleita e preciosa, sois vós também quais pedras vivas, edificados como casa espiritual para serdes um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo..." (1 Pedro 2:1-5).

No princípio da identificação na realização do sacrifício no antigo testamento, a pessoa que estava se beneficiando do holocausto tinha que se identificar com o animal oferecido. Em primeiro lugar, o animal tinha que ser obtido por um preço. Em seguida, o ofertante colocava a mão sobre a vítima, simbolicamente identificando-se com a vítima, que morreria em seu lugar. Semelhantemente, nós também devemos nos identificar com o cordeiro de Deus o Senhor Jesus Cristo em Sua morte, sepultamento e ressurreição. O batismo é um rito que Deus estabeleceu aos cristãos, através do qual nos identifica pessoalmente com a obra de Cristo. Batismo em si mesmo não pode salvar os homens, mas simbolizada a nossa morte para este mundo e uma confissão publica de nossa fé em Jesus Cristo. "...De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida..." (Romanos 6:4).

Os discípulos são aqueles que desistem de tudo para seguir a Cristo, entregando-se a Deus, como sacrifício vivo, santo e agradável (Rom 12:1-2), fazendo isto totalmente, sem reservas, através da fé na pessoa de Jesus Cristo, que veio à terra e morreu em nosso lugar. E nenhuma outra maneira é agradável a Deus. Em nenhuma outra forma, poderemos ser considerado aceitáveis diante Dele.

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sexta-feira

"Não adulterarás" - Os dez mandamentos

10:26:00

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7º Mandamento

"...Não adulterarás..." - Êxodo 20:14

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O sétimo Mandamento - Não adulterarás

Normalmente quando pensamos em adultério, automaticamente pensamos em um homem sendo infiel a sua esposa, ou vice versa. No entanto, este mandamento é muito mais amplo e profundo do que apenas isso. Ele engloba não somente o campo da experiência sexual humana, e seu relacionamento conjugal, que sem duvida é um assunto muito preocupante, mesmo porque vivemos em uma época em que a sexualidade, e suas expressões, são cada vez mais explicitas em nossa sociedade. No entanto este assunto pode ser mais abrangente quando tratado do ponto de vista do adultério espiritual contra Deus.

O poder destrutivo do adultério na vida humana

Nos seres humanos, assim como muitas outras especies na natureza, nos reproduzimos através de relações sexuais. Estudos científicos dizem que o nosso desejo sexual é praticamente igual a nossa vontade de viver. Isso não é uma coisa ruim, nem mesmo pecado como muitos pensam, se somos desta forma é porque Deus nos fez assim. Ele nos projetou com desejo sexual; quando Deus fez o ser humano, Seu objetivo para a humanidade era para que eles se multiplicassem, e todos nós sabemos como a reprodução humana é realizada. Portanto, o ato sexual em si mesmo não é pecado algum. "...E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra..." (Gênesis 1:27-28); "...Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam..." (Gênesis 2:24-25). No entanto, após o pecado da desobediência quanto ao fruto da "árvore do conhecimento do bem e do mal" (Gênesis 2:17), seguiu-se a queda e a expulsão do Jardim do Éden, e uma das consequências desta queda foi a corrupção sexual do ser humano. O plano original de Deus era e ainda é que as relação sexuais ocorram somente entre o marido e sua esposa. E qualquer outra forma de expressão sexual, fora dessa relação conjugal, é considerada por Deus como pecado! E isto também trata o 7º Mandamento, que diz: "Não adulterarás" (Êxodo 20:14).

O adultério maltrata o cônjuge e sua família!

Deus não mudou e não muda, Ele ainda é contra o adultério. Ele ainda odeia este pecado e punira os culpados. (Apocalipse 21:8). O adultério não é um pecado somente contra o seu cônjuge, mas pode atingir também outras áreas da vida. Quando um homem e uma mulher se casam, eles tornam-se então uma só carne (Gênesis 2:24). Logo quando um dos parceiros se junta com uma pessoa fora do casamento, ele quebra o vínculo entre os dois (1 Coríntios 6:16). O adultério menospreza o cônjuge inocente dizendo: "Você não era bom o suficiente para mim." destruindo assim a auto estima de seu companheiro(a). O adultério destrói a confiança! Talvez seja por isso que Jesus Cristo nos ensina que somente em casos de imoralidade sexual (adultério) é que pode ocorrer o divorcio. "...Então chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação (adultério), e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério..." (Mateus 19:3-9). Fornicação = (Ato ou efeito de fornicar. Ter relações sexuais por puro prazer, para satisfazer os desejos da carne. Coito carnal).

O Adultério no coração e a mente

O Adultério é resultado de uma condição espiritual deficiente. Então, uma vez que esta linha é cruzada, o inimigo continuará sempre a atacar essa área estimulando a pessoa a cair novamente no mesmo pecado, por este motivo devemos também esta atento a não tornarmos culpados de adultério, apesar de nunca ter tido relações sexuais com outra pessoa. Jesus Cristo deixou-nos bem claro que o adultério não é somente uma coisa da carne, mas pode ser também uma questão do coração e da mente; Ele diz: "...Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério..." (Mateus 5:27-32). Observe que Jesus Cristo diz: "se a tua mão ou teu olho te escandalizar, atira-a para longe de ti" É claro que o desejo de Deus não é que ninguém corte sua mão ou qualquer outro membro do corpo, mas sim que corte de sua vida os incetivos ao pecado, que neste caso seria a pornografia, filmes eróticos, revistas, fantasias sexuais, etc; ou seja tudo aquilo que estimule o adultério físico ou do coração.

Reconheço que neste mundo moderno, devido a moda das vestes, as propagandas nas ruas, e vários outros fatores; muitas vezes é difícil evitar a estimulação sexual. Portanto, devemos estar sempre vigiando e orando em todos os momentos e procurando sempre fugir da tentação, "...Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós..." (Tiago 4:7). De todas as razões para não se cometer qualquer tipo de adultério, o temor a Deus sem duvida é a principal. Veja por exemplo a atitude de José em relação a mulher de Potifar que lhe tentava seduzir dia após dia, e ele lhe respondeu: "...Como, pois, posso eu cometer este grande mal, e pecar contra Deus?..." (Gênesis 39:9). José correu, resistiu a tentação, e nós como cristãos sinceros, queremos também agradar a Deus, assim como fez José. E nada desagrada mais a Deus do que ver seus filhos cometerem adultério, e esta deve ser a nossa maior razão para evitarmos este pecado. O adultério sempre foi considerado um pecado a ser punido com a morte "...certamente morrerá o adúltero e a adúltera..." (Levítico 20:10). Deus é Santo e não muda; o adultero ainda sera punido (1 Coríntios 6:9-10).

O adultério contra Deus - Adultério espiritual

Quando Jesus Cristo estava na Terra, Ele olhou para o povo e sua cultura e os classificou como "...uma geração adúltera e pecadora..." (Marcos 8:38). Mas será que em uma nação com leis tão rígidas como apedrejamento, haveria assim tantos adúlteros? Como poderia então Jesus Cristo considerá-los como uma geração de adúlteros? Simples! Jesus Cristo estava falando de adultério espiritual. Logo, a Pergunta que fica é a seguinte: O que é adultério espiritual? Adultério espiritual trata de uma relação infiel para com Deus, como igreja somos considerado a noiva de Cristo, e quando temos um cuidado excessivo para com as coisas do mundo, ou quando ao invés de reunirmos para louvar, adorar e cultuar a Deus, nos reunimos em nome de Jesus somente com o proposito de buscar 'bençãos' materiais como fazem muitos adeptos da chamada teologia da prosperidade, estamos em analogia ao casamento cometendo adultério espiritual e infidelidade para com o noivo Jesus Cristo: "...como a mulher que trai o marido, assim vocês têm sido infiéis comigo, diz o Senhor..." (Jeremias 3:20 NVI, ver também Isaías 01:21 , 57:8 , Ezequiel 16:30). A Bíblia nos diz que as pessoas que optam por ser amigo do mundo tornam-se "Infiéis" e "inimigas de Deus" (Tiago 4:4-5). O mundo é o sistema materialista sob o controle de Satanás, com seus enganos religiosos e falsos valores, com doutrinas facilitadas e ensinamentos de homens aplainando o caminho e largueando a porta atraindo muitos para longe de um relacionamento puro com Deus. 

No Antigo Testamento, os filhos de Israel tentaram misturar a adoração de outros deuses, como Baal com a de Deus (Juízes 3:07, 1 Reis 16:31-33, Jeremias 19:05). Ao fazer isso, Israel tornou-se como uma esposa adúltera que queria um marido e um amante (Jeremias 09:02, Ezequiel 06:09, 16:32). No Novo Testamento, Tiago define adultério espiritual como afirmam amar a Deus e ao mesmo tempo cultivar a amizade com o mundo (Tiago 4:4-5). A pessoa que comete adultério espiritual é aquele que professa ser um cristão, mas ao mesmo tempo ainda procura e encontra o seu verdadeiro amor e prazer nas coisas deste mundo. Para os verdadeiros adoradores, o amor do mundo e o amor de Deus estão de lados opostos. Os que se dizem cristão e cometem adultério espiritual dizem que ama o Senhor, mas, na realidade, eles são atraídos pelos prazeres deste mundo, pela influência, conforto, segurança financeira, e as chamadas prosperidades materiais.

O conceito de adultério espiritual contra Deus é um dos principais tema em todo o Antigo Testamento (Isaías 54:5; Jeremias 3:20; Ezequiel 16:15-19). Este tema é particularmente bem ilustrado no livro de Oséias. A esposa do profeta, simboliza a infidelidade dos filhos de Israel (Oséias 2:2-5; 3:1-5; 9:01). E o compromisso de Oséias com Gômer simboliza a fidelidade, o amor e paciencia de Deus para com o Seu povo errante. Jesus disse: "...Ninguém pode servir a dois senhores. Ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro..." (Mateus 6:24). A Bíblia nos exorta: "...Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo..." (1 João 2:15-16). Adultério espiritual é como tentar ficar em cima do muro, com um pé no mundo e outro céu. Nós não podemos ter as duas coisas. Jesus advertiu a igreja de Laodicéia dizendo: "...Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca..." (Apocalipse 3:15-16). O amor do mundo é principalmente uma atitude de seu coração, devemos jogar fora o mundanismo, cultivando um novo afeto para com Deus.

Como evitar o adultério espiritual? Simples: "...buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; porque morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus..." (Colossenses 3:1-3). Ma se já é culpado de cometer qualquer forma de adultério, quer seja físico, de coração ou espiritual saiba que ainda há esperança e perdão no sangue de Jesus. Ele promete que "...Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça..." (1 João 1:9). Talvez não tenha chegado a esse ponto, mas sente-se culpado de flertar com o mundo e fazer coisas que sabe que são perigosas para sua vida espiritual. Jesus perdoará também! Talvez o seu pecado é um segredo, como a pornografia, Jesus perdoará isso também. Seja qual for a necessidade, lembre-se, Jesus te ama! Ele quer e deseja lhe perdoar, peça a Ele e vá e não peques mais "...Não adulterarás..." (Êxodo 20:14).

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