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segunda-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro de Levítico Sacrifícios de sangue e o comportamento homossexual

17:55:00

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Os sacrifícios no grande dia da expiação.

Este ritual, sem duvida retratava todas as etapas que deveriam ser cumpridas antes que a humanidade pudesse realmente ser uma com Deus. Em suma, deveria ocorrer o seguinte: O sumo sacerdote deveria ser purificado de seus pecados para mediar entre Deus e o homem (vers 4). Logo Cristo , tendo vivido uma vida sem pecado, é o nosso eterno Sumo Sacerdote. O sumo sacerdote deveria entrar na presença de Deus com o sangue do novilho para assim abrir o caminho entre Deus e o homem (versículos 3, 14-16). Cristo, pelo Seu próprio sacrifício, nós garante esta entrada diante do trono de Deus, tendo Ele mesmo rasgado o véu de separação. ''...E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras; E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados;...'' (Mateus 27:51). E como os pecados deveriam ser cobertos pela oferta de uma vítima inocente (versículos 9, 15). Então o sangue de Cristo a vitima inocente, não somente cobre os nossos pecados, mas também nos justifica e nos purifica diante de Deus nos concedendo o perdão. Sem entrar em mais detalhes, podemos claramente notar que estes sacrifícios era para ser um estatuto perpetuo, pois enquanto estamos pecando, precisamos continuamente de expiação. Logo a repetição dos sacrifícios, mostrou que neles havia um débil esforço para expiação, algo que só poderia ser feito eficazmente e de uma vez por todas, somente através da oferta do corpo de Cristo. Aqui são tipificados os dois grandes privilégios do evangelho, a remissão dos pecados, e o acesso a Deus, os quais devemos a nosso Senhor Jesus Cristo. Cristo é o Criador e o assunto da expiação, porque ele é o Sacerdote, o Sumo Sacerdote, que faz propiciação pelos pecados do povo. E como Cristo é o cordeiro, então Ele próprio é o sacrifício com o qual é feita a expiação, pois ele é tudo em todos em nossa reconciliação com Deus. Assim, Cristo, é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, (João 1:29). Pela expiação em Cristo, obtemos descanso para as nossas almas, e todas as liberdades da glória dos filhos de Deus.

Obs: ''O primeiro bode era morto e o seu sangue, derramado (Lv 16.15), representava a morte substitutiva de Cristo e o derramamento do Seu sangue por nossos pecados. O sumo sacerdote tinha então de tomar o bode emissário, confessar os pecados de Israel sobre a cabeça daquele bode, e enviá-lo para o deserto. Isso representava o efeito de levar embora, para sempre, os pecados de Israel, e simbolizava a obra de Cristo, que era levar para sempre os nossos pecados, como Isaías profetizou: “...Mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos...” (Is 53.6). Os vários aspectos da obra de Cristo na redenção são simbolizados pelo que os dois animais desempenhavam no Dia da Expiação, cada um como seu papel'' (Norman Geisler).

A santidade do sangue nos sacrifícios

Há duas áreas da vida que foram cuidadosamente regulamentadas para Israel, seu comportamento em relação ao sangue e seu comportamento em relação ao sexo. No capítulo 17 o mistério do sangue é colocada claramente diante de nós e o capítulo 18 fala sobre o mistério do sexo. Então primeiramente, vamos examinar o comportamento exigido do povo de Israel com relação ao sangue. A primeira exigência foi que todo o sangue deveria ser oferecido ao Senhor; Se alguém matasse um animal doméstico o mesmo tinha que ser levado e oferecido como uma oferta de paz com Deus, e o sangue deveria ser derramado e coletado em uma bacia. Mas o que Deus está tentando transmitir com este tipo de exigência? Qual é a lição que ele tinha para essas pessoas que ainda se aplica a nós? Sem duvida nenhuma qualquer cristão esclarecido sabe que nos hoje não temos que seguir a letra estes regulamentos, mas que temos que observar e obedecer os princípios que estão neles envolvidos.

A razão para isto nos é dada nos versos 5-7 que diz: "...Para que os filhos de Israel, trazendo os seus sacrifícios, que oferecem sobre a face do campo, os tragam ao Senhor, à porta da tenda da congregação, ao sacerdote, e os ofereçam por sacrifícios pacíficos ao Senhor. E o sacerdote espargirá o sangue sobre o altar do Senhor, à porta da tenda da congregação, e queimará a gordura por cheiro suave ao Senhor. E nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, após os quais eles se prostituem; isto ser-lhes-á por estatuto perpétuo nas suas gerações...". Ou seja o objetivo de toda essa exigência é ensinar que toda a vida pertence a Deus e que só ele é capaz de lidar com ela corretamente. Só Deus entende vida. Essa é a base para todo o comportamento adequado. Devemos entender que não somente a nossa vida, mas também todas as outras em nossa volta pertence a Deus, até mesmo a vida animal. Esta é a verdade que Deus procura transmitir. Deus está ensinando ao seu povo que eles não devem tentar aplacar os espíritos, com sacrifícios de tolos como as nações que os cercavam, como se o homem pudesse manipular o mundo espiritual invisível e comandar a vida de acordo com seus próprios desejos.

É impressionante como em nossos dias, está cada vez mais na moda o surgimento de novos cultos e interesse pelo ocultismo, astrologia, sacrifícios a entidades e mesmo o satanismo. Tudo isso é motivado pelo desejo das pessoas em querer manipular e controlar o destino da vida por si mesmo. Mas isso não é o que Deus quer, não podemos lidar com a vida por nós mesmos. Isto é reflexo de uma mentira antiga e generalizada, tanto em culturas primitivas como em nações civilizadas como a nossa, querendo dar a ideia de que o homem é de alguma forma capaz de lidar com a vida por si mesmo. Em nossos dias estamos testemunhando um renascimento desta mentira antiga, que as pessoas mesmo sabendo haver poderes maiores dizem pode controlá-los, pode manipulá-los e fazê-los trabalhar por seus interesses materialistas e mundanos. No entanto Deus é soberano e devemos reconhecer que só ele pode controla a nossa vida. Vivemos em seu universo, e não podemos lidar com a vida por nós mesmos. Portanto, a verdade fundamental é que devemos primeiro reconhecer que a vida pertence a Deus, a nossa própria vida e a vida de todos as outras pessoas, inclusive as dos animais. ''...Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?...'' (Lucas 12:25 NVI).

O segundo requisito a respeito do sangue era que ninguém estava autorizado a comer. (Cp 17 Versos 10-14). Deus está ensinando ao seu povo que o sangue tem algo de misterioso e sagrado, alias o sangue é a própria vida. Só muito recentemente é que a ciência médica moderna entendeu esta grande verdade. Durante séculos as pessoas inclusive a medicina não considerava o sangue tão importante para a vida, mesmo em tempos relativamente recentes na tentativa de curar algumas doenças a sangria era uma prática comum. Mas é o sangue que dá vida e Deus tem procurado ensinar esta verdade, restringindo o seu povo de comê-lo.

Então, o que dizer das palavras de Jesus registradas no capítulo seis do evangelho de João. Onde Jesus está se referindo a si mesmo, como o pão da vida, o alimento enviado por Deus do céu, dizendo aos seus discípulos ''...Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele..." (João 6:53-56). A grande realidade é que "a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo" (Gálatas 3:24). Logo, estes requisitos do Antigo Testamento eram apenas um dispositivo de preparação, ou seja: recursos visuais, projetado por Deus para preparar o povo para a proclamação da verdade dos lábios de Jesus. E se eles tivessem entendido isso, como Deus tinha tão cuidadosamente e pacientemente instruído-os através dos séculos, eles teriam recebido estas palavras de Jesus com alegria. Mas como eles não entenderam este princípio, então podemos imaginar, que diante deste ensinamento em Levítico, como foram ofensivas essas palavras de Jesus para aquele povo que havia sido ensinados que era uma abominação comer sangue. E agora vem Jesus que diz: "A menos que vocês comam da minha carne e bebam do meu sangue, não tereis a vida em vós" Até mesmo alguns de seus discípulos ficaram ofendidos com isso. Como podemos ler: "...Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? Sabendo, pois, Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava? O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida..." (João 6:60-63).

Então o que Jesus Cristo queria dizer com isto? Bem, sabemos que o sangue é a vida, e nosso Senhor agora estava ensinando a grande verdade para a qual todas essas restrições apontavam. Se comermos o sangue de um animal, Deus está dizendo, que estaríamos participando da vida de uma criação caída. Devemos nos lembrar que não foi só o homem que caiu no jardim, mas toda a natureza caiu com ele, e logo todo o mundo natural está ligada ao homem. Em sua carta aos Romanos, Paulo argumenta que a natureza está sujeita a ira por causa da queda do homem. (Romanos 8:19-23). E Cristo está pacientemente tentando ensinar-nos que não devemos mais depender da "carne", a velha vida, o velho método de funcionamento, que vivíamos antes de nos tornarmos cristãos, e tão pouco do velho sistema de sacrifícios constantes de animais. Ou seja Deus agora proporcionou uma nova vida, a vida de Cristo, concedida a nós da parte de Deus, o cordeiro de Deus, vindo de Deus. Portanto, aquele que come desta vida, e bebe deste sangue, como disse o próprio Jesus, ''este tem a vida eterna".

Sacrifícios carnais, sexuais e o homossexualismo

Por causa da iniquidade do homem, a lei universal e imparcial de Deus muitas vezes entrou em vigor na historia da humanidade. E não será diferente em nossos dias, afinal Deus é imutável, e logo descerá sobre as nações como prediz a sua palavra. É apenas uma questão de tempo. Quando uma nação desce a perversões, como a homossexualidade, o seu declínio se acelera, seus alicerces se enfraquecem, e torna-se maduro para o desastre. Se a liderança de uma nação participa dessas perversões, a imoralidade se espalha como um câncer entre as pessoas, acelerando o colapso. Os líderes, já pervertido, tomar decisões imorais e imprudentes na direção do país e as condições pioram (Romanos 1:26-32 ; II Timóteo 3:13).

Sabendo da eminente volta de Cristo e da destruição que se aproxima desta terra, nos como cristãos temos a responsabilidade de mesmo "...suspirando e chorando por todas estas abominações..." (Ezequiel 9:4), anunciar o evangelho de Cristo mesmo sob pressão de ONGS, governos ou qualquer força que se oponham a verdade. E ao mesmo tempo cuidando para não cair (1 Coríntios 10:12) preparando-se para o momento em que Cristo irá governar esta terra com justiça e santidade (Apocalipse 5:10; I Pedro 2:9; I Coríntios 6:2-3).

Este é o sacrifício dos cristãos, amar até mesmo os que nos perseguem


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terça-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro do Levítico Lepra física e espiritual e a sublime proteção de Deus..!

14:09:00

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Lidando com a lepra física e espiritual

Este estudo bíblico assim como o anterior, prossegue ainda tratando dos aspecto cotidiano da vida, demonstrando o cuidado e proteção de Deus em todas as esferas da vida humana. No artigo e vídeo anterior vimos a preocupação de Deus para com o que seu povo comia. Vimos que havia alimentos puros e impuros, alimentos inofensivos e alimentos prejudiciais. Embora tendo uma aplicação no domínio físico em relação a quais tipos de animais os israelitas podiam ou não comer, entendemos que estas normas em sua essência eram para fins de saúde. Já nesta passagem, o assunto é sobre doenças contagiosas e sobre a prevenção dessas doenças.

Mas apesar de que o foco principal desta passagem bíblica esteja diretamente descrevendo a lepra, uma doença horrível que em muitos casos acabava por conduzir o doente à morte, e como a lepra é muitas vezes usado na Bíblia como referencia ao pecado em geral, subentende-se que para nos hoje o assunto trata de forma espiritual sobre a lepra do pecado. "...Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor..." (Romanos 6:23). Ou seja para nos cristãos hoje, tudo isso tem a sua contrapartida em nossa própria vida espiritual. Esta passagem está nos falando de forma figurada sobre as aflições e doenças do espírito, as atitudes ofensivas que muitas vezes temos no dia a dia, os ressentimentos, sentimentos de raiva em nosso coração, etc. Estes e outros sentimentos quando desenvolvido em nosso coração pode ser tão perigoso quanto a lepra, e sem duvida também necessita de cura. Agora, diante deste assunto resta-nos somente uma pergunta: Deus realmente se preocupa com aqueles que ficam doentes? A resposta obvia é sim, e a prova disso são estas passagens de Levítico, como também através de Jesus Cristo no novo testamento que "...percorria toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas e pregando o evangelho do reino, curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos, e ele os curava..." (Mateus 4:23-24). Logo se Deus não se importasse, Ele não nos daria somente aqui mais de 100 versos em apenas dois capítulos sobre este tema, e outras centenas de referencias por toda a Bíblia Sagrada, como também a cura total através de Jesus Cristo no mundo vindouro. Deus se preocupa em proteger-nos do mundo pecaminoso e doente. Nesta e outras passagens Deus esta nos dizendo: "Eu te amo tanto, Eu quero protegê-lo contra este mundo pecaminoso e doente; Aqui, esta as instruções siga-as para sua própria proteção". Com tudo isso podemos facilmente dizer: "Ok, eu sei que a lepra é uma doença horrível, eu sei que muitas pessoas morreram por este motivo, mas eu não tenho lepra, nem ninguém que eu conheça. Por que então me preocupar? Porque eu deveria estudar este assunto? "

Lepra é um tipo de pecado?

A lepra era o flagelo do mundo antigo. Nada despertava mais medo, desprezo e repulsa do que a visão destes mortos-vivos. Isso era como um leproso era chamado, um homem morto andando, um zumbi como muitos o chamaria hoje. O cheiro de sua carne em decomposição anunciava sua chegada muito antes de que os restos esfarrapados de suas roupas serem vista, ou que sua voz embargada de vergonha e dor desse o brado obrigatório anunciando sua chegada gritando "Imundo! Imundo!". Mas certamente a Lepra em si mesma, não é um pecado, mas uma doença e um símbolo do que o pecado causa na vida do ser humano, em relação a Deus. Ou seja o nosso pecado causa repulsa a Deus, obrigando-nos a viver afastado de sua presença, vivendo na imundícia de nossos pecados e podridão de nossos atos contrario a instruções entregue por Ele.

Antes que Adão e Eva desobedecessem a Deus no Jardim do Éden, não havia doenças na terra, especialmente uma doença como a lepra muitas vezes fatal. A doença foi resultado da queda da humanidade em pecado, toda doença é um símbolo do pecado humano, trazendo com ele o sofrimento e morte (veja Romanos 5:12 e 1 Coríntios 15:21). A lepra era como um símbolo que Deus usou no Velho Testamento, para nos alerta de como se torna aquele que vive na pratica do pecado. Qualquer um quando contaminado pela lepra (simbolo do pecado), era automaticamente excluído do convívio social e exilado para viver fora do campo ou da cidade. (Números 5:1-3). Como tal fica o pecador, a pessoa leprosa era tratada como imunda, e enquanto tivesse acometido por este mal deveria viver isolada, fora do acampamento; simbolizando a situação do pecador perante Deus e seu reino. No caso da lepra, o isolamento exigido pela lei serviu como uma medida preventiva. Esta era uma doença altamente contagiosa através do contato pessoal e as proibições da lei ajudou a minimizá-la entre o povo. Claro que, para nós, o cumprimento da Lei é Cristo (Romanos 10:4).

Lepra! O simbolismo espiritual para o cristão

A lição espiritual que devemos como cristão absorver destas passagens do livro de levítico é que há dois tipos de lepra. Uma lepra física, aquela que nos podemos ver com os olhos, e a lepra do espírito, que mesmo que não podemos ver ela é muito mais mortal que a física. A prova do simbolismo espiritual começa quando Deus diz a Moisés que uma pessoa acometida por este mal deveria ser levado imediatamente perante o sacerdote (Levítico 13:02). Isso tem grande simbolismo espiritual. Ou seja, se esta doença fosse apenas uma doença física sem simbolismo ou mensagem alguma, por que então não levar a pessoa primeiro a um médico ao invés de levá-lo ao sumo sacerdote.

Note, que a lepra, bem como pecado, é uma doença da carne, assim quando este pecado ou doença acomete uma pessoa, o sacerdote o declarava imundo retirando-o do convívio social. Note também que o pecado é o simbolo da lepra espiritual e que para não aconteça que sejamos obrigados a ser afastados da comunhão espiritual com Deus, retirado para fora da cidade santa; primeiramente precisamos reconhecer nossos erros e sentir arrependimento por eles. É preciso ter um cuidado especial para não racionalizar ou criar justificativas para os pecados cometidos. Para ser eficaz, o primeiro passo deve ser um arrependimento de coração, bem como da mente. Em segundo lugar, é preciso renunciar ao delito. Isso significa deixar a pratica e distanciar completamente do coração e da mente. Em terceiro lugar, é a confissão diante de Deus e se necessário diante dos homens. Em quarto lugar, é a reconciliação, isso começa com o pedido de desculpas sincero e continua com o que for preciso para curar a mágoa. O quinto passo é fazer as pazes, tomando medidas concretas, se é uma compensação financeira, trabalho voluntário ou qualquer outra coisa. O passo final é não repetir a ofensa.

Precisamos se rebelar contra as forças que nos levam ao pecado e outras distorções na forma como vivemos no mundo para assim aproximar-se de Deus e viver em harmonia e paz. Não é fácil se olhar no espelho e ver a nossa própria lepra espiritual. Se você receber um vislumbre, não vire as costas com nojo ou vergonha. Lembre-se, a vida subjacente é um rio de amor e compaixão. Por mais difícil que possa ser para reconhecer o que temos feito e contemplar a fazer as pazes, Deus está torcendo por nossa volta, afim de sermos purificados, por inteiro e começar de novo daqui para frente sem olhar para trás. "...Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta..." (Mateus 5:23-24). Nós não estaremos aptos para a comunhão com Deus, até examinarmos nosso coração se ele abrigar raiva, ódio, remorso, etc, contra qualquer pessoa. Devemos liberar o perdão. Efésios 4:26-27 diz: "...Irai-vos, e não pequeis: não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo...", isto quer dizer que nós devemos ir praticar o perdão e a oração antes do por do sol.

Jesus Cristo! A cura para lepra espiritual

"...E aconteceu que, indo ele a Jerusalém, passou pelo meio de Samaria e da Galiléia; E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe; E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós..." (Lucas 17:11-13). Considerado como o pecado pode ser comparado a lepra espiritual comparando-a com a lepra falado no livro de Levítico, a pergunta agora é: Qual é a cura para a lepra espiritual? Já sabemos que assim como a lepra física tem suas características destrutivas, da mesma forma o pecado ou a lepra espiritual igualmente deteriora, debilita, destrói e contamina a alma do afetado por este mal, Jesus confrontou os estes dois tipos de lepra. Por exemplo: Certa vez Jesus estando a caminho de Jerusalém, deveria cruzar pelo meio de Samaria e da Galiléia e no caminho, ele foi recebido por 10 leprosos. Observe que esses homens agora não fizeram o que era prescrito pela lei de Moisés, gritando: "Imundo, imundo". Ao contrário, eles conhecendo o poder miraculoso de Cristo pararam ao longe e gritaram: "Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!" Eles não queriam simplesmente que Cristo lhes mandasse a um ritual de limpeza, eles queriam a cura. E a Bíblia declara que após Jesus mandar-lhes ir em seu caminho e apresentarem-se aos sacerdotes eles ficaram limpos.

Cristo curou esses homens, porém Ele lhes disse para ir aos sacerdotes no templo. Por alguma razão ao perceberem que foram curados só um voltou para agradecer a Jesus, mesmo Ele tendo lhe mandado apresentar-se aos sacerdotes como dizia a lei. Devemos lembrar que a lei de Deus é prescrito para apontar ao homem o caminho para Jesus Cristo. A lei não pode dar a cura da lepra espiritual, ao contrário, aponta para Aquele que por si só pode curar - Cristo. Assim, ele voltou e lhe agradeceu. Jesus, ao ver esse homem, disse, literalmente, no texto grego de Lucas 17:19 "Levanta-te e vai, a tua fé te salvou". Este homem recebeu de Cristo, não só a sua cura da lepra física mas foi curado também da lepra espiritual. Mas o que aconteceu que levou este homem a receber também de Cristo à cura da lepra espiritual? Deixe-me sugerir quatro elementos que estavam presentes neste episodio:

1. Este homem, sendo um samaritano, não poderia ir para os sacerdotes em Jerusalém. Logo ele procurou a única pessoa que poderia representá-lo, ou seja: Cristo. De acordo com Hebreus 5 e 7, Cristo é o nosso Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque. Este homem não viu nenhum remédio na Lei, Ele fugiu para os braços da graça de Jesus Cristo.

2. Em Levítico, vemos que quando uma pessoa alcançava a cura, o sacerdote deveria oferecer um sacrifício e a aspersão do sangue. O sangue de um inocente deveria ser derramado em seu nome. Como crentes em Jesus, temos o sacrifício de seu próprio sangue derramado a cruz do calvário que recebemos pela graça mediante a fé em Cristo e em Sua obra redentora, ou seja o próprio Cristo também se entregou por aquele samaritano que fora curado. Todos os santos do Velho Testamento foram salvos crendo na promessa de Deus apontando para a cruz, ao passo que nós somos salvos em Jesus Cristo.

3. Jesus disse ao homem que o resultado de sua fé, o curou. Assim, este homem foi pronunciado limpo, puro, inocente aos olhos de Deus. Isto é o que chamamos de "justificação pela fé". Cristo judicialmente declarou este homem limpo. Para cada filho de Deus na fé salvadora, a declaração divina de Deus de inocência do pecador ocorre no momento em que o pecador se arrepende e crê em Cristo.

Na cruz, Cristo tomou sobre si mesmo a nossa lepra espiritual. Apesar de nunca ter pecado, a ele foi "creditada" ou ", declarou o nosso pecado. Quando pela graça mediante a fé cremos em Jesus Cristo, embora seja claro que somos pecadores, o sacrifício de Cristo foi "creditada" a nos. declarado-nos "justo" devido à justiça de Cristo. Assim, um leproso espiritual é declarado "limpo", como resultado da aplicação do sangue pelo Sumo e Eterno Sacerdote.

4. Persistir para viver para Deus - Jesus disse a este homem para ele "levantar-se e ir". Assim também todos os ex-leprosos espirituais não deve ter o desejo de permanecer no estado de leproso neste mundo. Nos como cristãos, muitas veze seremos tentados a voltar a ser como eramos antes, não percebendo o valor grandioso da cura espiritual. Mas agora nos temos liberdade de não só andar em comunhão com Deus, mas também do pleno acesso ao Pai. 

Em Jesus Cristo, o santo de Deus é nos dado o poder e privilégio de viver a caminhada cristã. É nosso dever ir e dizer a um mundo cheio de leprosos espirituais, que eles também podem ser curados de sua situação. "Portanto: Ide!.." (Mateus 28:19).

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quinta-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro do Levítico O sacerdócio cristão e o fogo estranho no altar de Deus

14:09:00

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Um fogo estranho no altar de Deus

A consagração de Arão e seus filhos como sacerdotes tinha sido concluída (Levítico 8-9) e parte do papel do sacerdote era a queima do incenso, que representa as orações do povo. Para isto havia um altar na parte de dentro da tenda onde o incenso era queimado. Então, o que os filhos de Arão, especificamente fizeram de errado? O que significa um fogo estranho perante o SENHOR?

A ideia básica é que eles ofereceram incenso contrário ao método especificada por Deus, conforme descrito no livro do Êxodo que dizia: "...Não ofereçam nesse altar nenhum outro tipo de incenso nem holocausto nem oferta de cereal nem derramem sobre ele ofertas de bebidas..." (Êxodo 30:9, NVI). Aí vem as conjecturas: Foi este ato intencional ou acidental? Poderia ter sido o caso que eles querendo agradar a Deus decidiram adicionar outras formas? Bom, o motivo não se sabe ao certo, porque o texto não revela, mas o fato é que não é a motivação que importa, mas o comportamento. Eles não seguiram as instruções exatamente como Deus prescreveu. Podemos ter a melhor motivação do mundo para violar os mandamentos de Deus, mas isto não importa, ainda será uma violação, e para toda violação existe uma punição.

Embora a natureza exata do fogo profano não seja conhecida, o motivo que levou os filhos de Arão a tomar tal atitude poderia ter sido que eles tenha entrado bêbados na tenda (Levítico 10:8-9); e com isto seu raciocínio foi prejudicado, e eles não perceberam nenhuma razão para se preocupar com a obtenção do fogo sagrado do altar do holocausto. Eles não discerniram a diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo. O fogo profano provavelmente não parecia diferente para eles, e certamente iria queimar o incenso também. Quem se importa? Então, ofereceram a Deus o que era comum, em vez do que era santo, como Deus exigia. E por sua desobediência pagaram com a vida. O salário do pecado é a morte; e eles morreram no próprio ato de seu pecado.

O fogo profano do cristão hodierno

Hoje, assim como fora Nadabe e Abiú naqueles dias, nos somos o "sacerdócio real, a nação santa e a geração eleita" (1 Pedro 2:9). E este acontecimento deve fazer-nos refletir e levar muito a sério todos os nossos atos de devoção e apresentação diante de Deus. Hoje adoramos ao mesmo Deus imutável, e Ele tomará vingança contra aqueles que profanar o seu nome sagrado, e não somente por beber vinho ou bebida forte, como é esclarecido nas escrituras (1 Timóteo 3:3). Neste mundo estamos continuamente expostos ao perigo de morte tanto física como a da espiritual; "...E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração..." (1 Pedro 4:7).

O livro de levítico apesar de ser em sua grande maioria um livro de regras e leis da antiga aliança, ele não esta preservado para nos como adorno ou enfeite na Bíblia. Se Deus permitiu que ele chegasse até nos é por que tem lições importantes para nossa conduta cristã; então vamos lucrar com esta advertência solene que esta história nos transmite. Devemos nos perguntar: Qual tipo de fogo estou depositando no altar de Deus? Qual é a lição que esta passagem nos traz? Obediência é a resposta. Este é o ponto, Deus hora a santificação e castiga a desobediência. Não devemos brincar com Deus, muitos vezes podemos nos perguntar: Mas nos cristãos não vivemos pela fé? Sim vivemos pela fé, mas isto não quer dizer que devemos rejeitar a lei de Deus. Nós hoje não necessitamos mais de sacrifício ovelhas, mas Deus requer de nos como cristãos obediência e santificação. As mesmas palavras de Levítico 19:2, onde Deus ordena a Moisés dizendo: "...Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo..." é repetida a nós pelo apostolo Pedro quando disse: "...Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo..." (1 Pedro 1:15,16).

Infelizmente em nossos dias tem se multiplicado muito o fogo profano entre aqueles que se dizem 'cristãos', como já fora profetizado pelo apostolo Paulo, quando escreveu a Timóteo dizendo: "...Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas..." (2 Timóteo 4:3-4). É comum hoje ouvirmos falar de pessoas que se dizendo 'evangélicas', estão nas mídias deste mundo por praticas nem um pouco santa no sentido original e bíblico da palavra, pessoas que estão nos palcos artísticos, rebolando o axé 'gospel', o funk 'evangélico', outros vão além disso, cantando para os dois públicos, um dia para o mundo e outro nos 'templos gospel', recentemente uma jovem chegou ao ponto de posar nua em uma revista masculina, dizendo ter o apoio de sua congregação e de seu 'pastor'. Mas e a Bíblia? A sã doutrina, será que a apoiou também? sem duvida que não. Mas infelizmente o fogo estranho não para por ai, a também o mercado 'gospel' com seus amuletos e quinquilharias 'ungidas', tem também as praticas e modismos disseminados entre seguimentos 'gospel', onde os membros rolam pelo chão, latem como cães, rosnam como animais irracionais, fugindo totalmente daquilo que Paulo rogando ensinou e Pedro suplicou, ambos através da unção do Espirito Santo, como podemos ler nas escrituras. "...Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional..." (Romanos 12:1); "...Deixando, pois, toda a malícia, todo o engano, e fingimentos, e invejas, e toda a maledicência, desejai, como meninos recém-nascidos, o leite racional, sem dolo, para que por ele cresçais para a salvação, se é que já provastes que o Senhor é benigno e, chegando-vos para ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus eleita e preciosa, sois vós também quais pedras vivas, edificados como casa espiritual para serdes um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo..." (1 Pedro 2:1-5). "...E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus..." (Romanos 12:2).

Quando professamo-nos adoradores de Deus, devemos ter zelo por seu nome e sua palavra, devemos buscar o conhecimento, "...Se, pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; porque morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus..." (Colossenses 3:1-3). É muito fácil tornarmo-nos desleixados em nosso serviço a Deus, ao invés de considerá-lo como Santo e glorificá-Lo como Ele merece, fazendo exatamente como Ele ordena, começamos a oferecer adoração como queremos e quando queremos, isto é fogo estranho e profano. Assim, nossa adoração torna-se uma conveniência ao invés de convicção! Precisamos ser lembrados de incidentes como este que aconteceu com Nadabe e Abiú, para nos, humilharmos na presença de Deus, para nos lembrar da seriedade de servir a Deus, considerando Deus como santo, e glorificá-lo corretamente em nosso serviço para Ele. Buscando em primeiro lugar o seu reino e sua justiça, mesmo acima daqueles mais próximos de nós. Que o exemplo de Nadabe e Abiú venha encorajar-nos a fazer aquilo que homenageia realmente a Deus! E não com atitudes que entristeça o Espirito santo, o nome de Jesus e manche o corpo de Cristo na terra.

Obediência a Deus todos os dias a Vida

Observamos que as ordenanças sempre foram focadas na aproximação e relacionamento do povo para com Deus. E naturalmente para se ter um relacionamento com Deus, o povo deveria buscá-Lo de uma maneira específica, ou seja por meio de vários sacrifícios papel desempenhado pelos sacerdotes intercedendo entre o povo e Deus. O Novo Testamento ensina que todos os cristãos são sacerdotes e que todos nós somos chamados a ajudar e interceder um pelos outros cumprindo o mandamento de Jesus de amar uns aos outros. Agindo de forma diferente do mundo, como Deus deseja, esta é a ideia básica de "santidade" que significa literalmente separado, retirado. Trata-se de mudar o nosso estilo de vida de uma forma que agrada a Deus; é mais do que apenas evitar o pecado. Trata-se de uma mudança completa na maneira de viver para uma forma que agrada a Deus. Em outras palavras, trata-se de fazer a vontade de Deus para nossas vidas em uma base de tempo integral.

OK, por que então Deus fala sobre comida? O que isto tem a ver com santidade? Por que Deus se importa com o que vamos comer? Para começar, Deus quer mostrar que Ele se preocupa com todos os aspectos de nossas vidas, e isto inclui aquilo que comemos. No mundo de hoje com tantos problemas e distúrbios alimentares, obesidade, doenças, etc; todos médicos e pesquisadores no final chegam a uma mesma conclusão nos somos aquilo que comemos, grande parte dos problemas de saúde esta ligado a alimentação. Agora imagine isto em tempo distante, em um mundo deserto sem refrigeração e sem o conhecimento e tecnologia de hoje, na verdade uma grande parte destes rituais ajudou os israelitas a viver uma vida saudável, esta era sem duvida a preocupação maior de Deus. Outra razão é era a separação do Seu povo do mundo que os rodeava.

Nos cristãos não necessitamos comer desta maneira? A dieta cristã não está limitado a estes animais. Pedro aprendeu essa lição como podemos ver em Atos capítulo 10. Também em Atos capítulo 15, vemos que houve uma grande reunião entre os apóstolos e líderes da igreja para debater sobre este e outros assuntos ligado ao povo não-judeu que estavam aceitando a Jesus Cristo como salvador. A pergunta principal era: Essas pessoas devem ou não guardar ou andar em conformidade com todas as leis judaicas? A resposta dos apóstolos e lideres foi que os únicos requisitos para os cristãos não judeus eram "...abster-se de comida contaminada pelos ídolos, da imoralidade sexual, da carne de animais sufocados e do sangue..." (Atos 15:20). Voltando a Levítico 11, o cristão não tem que ler este capítulo e dizer: Bem, aqui está o que eu posso e o que não posso comer; o que realmente é importante aqui é que mesmo que nos cristãos não estamos mais sob estas leis particulares, a ideia da santidade de Deus (isto é, viver uma vida diferente dos incrédulos/mundo) se aplicam a nós também. Deus deseja que nós vivemos em obediência e viver "de forma diferente " do mundo que nos rodeia. Jesus Cristo em sua oração disse: "...Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade..." (João 17:14-17). O apostolo João complementa essas palavras dizendo: "...Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre..." (1 João 2:15-17). Nós, como cristãos, não estamos vinculados as leis do Antigo Testamento mas sim vinculados a essência destas leis, como deixou bem claro Cristo quando interrogado a cerca do grande mandamento na lei, dizendo: "...Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas..." (Mateus 22:37-40); ou seja somos instruídos a viver uma vida de obediência a Deus e amor ao próximo baseado em nossa gratidão a Jesus Cristo pela nossa salvação. "...Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo..." (Romanos 14:17).

Purificação cerimonial do Cristão

Depois das leis sobre alimentos puros e impuros, vêm as leis relativas às pessoas puras e impuras. A ideia básica é que mesmo que um bebê recém-nascido seja inocente, eles ainda herda o gene do pecado. O pecado é naturalmente herdado por todas as pessoas e é passado de geração em geração. Os rituais do Capítulo 12 são projetados para lembrar os pais de que este, bebê inocente bonitinho é também um herdeiro do pecado. O homem repassa sua natureza depravada a sua descendência, tornando claro as palavra escritas por Paulo quando disse: "...Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus..." (Romanos 3:23-25).

Enquanto nós apreciamos a nossa liberdade cristã, e estamos livres das observâncias onerosos dos rituais da lei, é preciso no entanto termos cuidado para não abusar de nossa liberdade, trazendo fogo estranho ao altar de Deus. Porque o Senhor remiu e chamou o seu povo, para que possam ser santo, assim como ele é santo. Devemos sair e ser separado do mundo, é preciso deixar a companhia dos que amam o pecado, e deixar todas as conexões desnecessárias com aqueles que estão mortos em pecado, devemos ser zelosos de boas obras seguidores de Deus dedicados, e companheiros de seu povo, fortalecendo a igreja com ações e atitudes racionais que engrandeça o nome de Cristo.

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segunda-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro do Levítico As ofertas o sacerdocio e seu significado para o cristão

17:05:00

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O livro de levítico e a relação com o próximo

O capitulo 6 do livro de levítico mesmo tratando ainda sobre oferta pela culpa e os sacrifícios de animais, algo que como já vimos no artigo anterior não é mais necessário, ele inicia nos dado a clara ideia de que Deus se preocupa com o nosso relacionamento com as outras pessoas, afinal representamos Deus para o mundo, então é natural que Deus se importe com a forma como agimos com nossos semelhantes. Se as pessoas não podem confiar em nós sobre coisas materiais e comportamentais; como eles poderão confiar quando lhes dissermos sobre Deus? Apesar de aparentemente todas estas questões se relacionarem com os nossos semelhantes, a transgressão é na realidade contra Deus, Ele é o fator motivacional para fazermos o que é correto na vida, tendo um relacionamento honesto com as pessoas que vivem ao nosso redor.

Nossa espiritualidade (sopro da vida) implantada por Deus nos leva a entender esta situação, e isto é verdade também para o ateu ou agnóstico. O ateu ou agnóstico sente-se culpado por um erro assim como o religioso ou cristão verdadeiro. Mesmo que eles ou qualquer outra pessoa não reconheça isso, foi Deus que os criou com esse sentimento de culpa. Logo a harmonia entre as pessoas envolve Deus. Mas independentemente de uma pessoa acreditar ou não em Deus, bom seria que todos nós vivêssemos em harmonia com nossos semelhantes, algo que infelizmente sabemos que muitas vezes não ocorre; Já para nós cristãos é nossa responsabilidade para com Deus antes de tudo, queremos resolver qualquer situação com os nossos semelhantes, e mais do que isto: È nossa responsabilidade evitar o atrito. Temos que ter uma relação amorosa e pacífica com todos para assim agradar a Deus. "...Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;..." (Hebreus 12:14). A atitude do cristão deve ser harmoniosa mesmo que seja ele o prejudicado, "...Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos..." (1 Tessalonicenses 5:15). "...Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?..." (1 Coríntios 6:7).

As leis humanas fazem diferenças com as punições, mas para Deus fazer mal para um semelhante é uma violação das leis divina, e a punição é exclusão do reino de Deus; quer seja uma mentira ou um assassinato. (Apocalipse 22:15). Fraudes e corrupções são geralmente acompanhadas com mentiras, e falsos juramentos. Se o infrator escapar da justiça dos homens com toda certeza não escapara do juízo e vingança de Deus, a não ser que a tempo busque o perdão pela fé em Jesus Cristo que é nossa oferta de culpa e tira o pecado do mundo. As ofensas citados na lei de Moisés, ainda são ofensas contra Deus, só a forma de perdão e expiação é que foi modificada. Mas os sacrifícios e holocaustos do cristão, que é o exercício de nossa fé, amor, oração e louvor, deve ser continuo e também nunca se apagar.

A relação das oferta pela culpa

Nos atos de adoração religiosa e os diversas tipos de ofertas, diferentemente de nos cristãos não eram coisas que o povo escolhia por seu próprio prazer, mas era uma obrigação; nos no entanto podemos decidir por nossa conta e risco, mas é claro e evidente que cumprimento das leis de Cristo não pode ser menor do que era nas leis de Moisés, mas cada um é livre para aceitar ou não cumpri-las. Jesus diz: "...eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo..." (Apocalipse 3:20).

O foco destas ofertas é lidar com os pecados muitos deles não intencionais, mas à algumas questões que deveríamos ter sempre em mente: A primeira questão é que a ignorância das leis de Deus não é desculpa para o pecado. Quando tomamos consciência de um pecado em nossa vida, devemos imediatamente lidar com isso. A vida cristã é um processo de maturação, nós como adultos espirituais devemos olhar para trás reconhecendo os erros e acertos aprendendo também com isto; "...Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino..." (1 Coríntios 13:11). Temos que lidar com o nosso passado; isso pode ser um exemplo de pecados não intencionais, ou mau comportamento do nosso passado que continua se manifestando. Temos que trazer esse pecado "altar de Deus" e queimá-lo.

Outra questão importante é que não há limitações para pecados não intencionais, assim como não há limite para o perdão. Deus trabalha em nossa vida no seu ritmo, não no nosso ritmo. Todos esses pecados são perdoáveis. Para os israelitas, alguns pecados têm uma pena maior do que os outros. O mesmo se aplica à nossa sociedade. Algumas leis têm uma pena mais dura do que outros. Mas quando se trata da salvação eterna, o único pecado imperdoável é negar a provisão de Deus para o pecado. Portanto, o foco desta lição não é sobre a salvação eterna, mas sobre o relacionamento do dia a dia com Deus e com nossos semelhantes. Deus nos considera responsáveis por todos os nossos pecados, mesmo os pecados não intencionais. Mas o mesmo Deus provê uma maneira de auxiliar o nosso relacionamento com Ele e aliviar toda e qualquer culpa por cometermos esses pecados. Nós, como cristãos, não temos que matar um bode, uma ovelha, ou qualquer outro animal para ter paz com Deus. O que temos que fazer é perceber que Deus também leva a sério os pecados não intencionais, e estes também devem ser evitados e confessados quando cometidos. Devemos também aceitar o perdão uma vez confessado os pecados, porque muitas vezes a parte mais difícil é aprender a perdoar a nós mesmos. "...Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça..." (1 João 1:9). Em certo sentido, somos muito duros para nós mesmos carregando a culpa por anos, porque achamos que deveríamos fazer melhor, mas se Deus é grande o suficiente para nos perdoar, então nós temos que aceitar o perdão e deixar de lado a culpa. É claro que se for necessário, precisamos fazer a restituição com os outros ao nosso redor. Pecados contra outras pessoas exigem penas e muitas vezes reparação, a ideia é que quando pecamos contra nosso próximo temos que fazer as pazes com eles, como já vimos anteriormente Deus se preocupa com sua reputação e nós somos testemunhas para os outros ao nosso redor.

A consagração de Arão e seus filhos

Deus escolheu Arão irmão de Moisés e seus filhos para ser o primeiro sumo sacerdote, o filho mais velho de Arão seria o próximo sumo sacerdote, e assim por diante. Os levitas que não eram descendentes diretos de Arão ainda assim foram também escolhidos para ser sacerdotes, mas eles tinham deveres menos significativo que Arão e seus filhos, e estavam encarregados de ajudar as pessoas com os seus sacrifícios. Arão e seus filhos foram lavados com água, para significar que eles deveriam purificar-se de todas as disposições pecaminosas, e sempre manter-se separados. Mas o ponto principal aqui é que os levitas foram "escolhidos" por Deus. Eles foram escolhidos para serem sacerdotes gostassem ou não, e o mesmo se aplica a Arão e seus filhos. Eles simplesmente foram "escolhidos" e "chamados" a opinião deles não importou na escolha.

No Novo Testamento, Cristo lavou os nossos pecados em seu próprio sangue, tornando-nos reis e sacerdotes para o nosso Deus, (Re 1:5,6). A unção de Arão foi para tipificar a unção de Cristo com o Espírito, o qual não foi dada por medida para ele. Todos os crentes têm recebido esta unção, todos os cristãos são chamados a ser sacerdotes. Todos os cristãos são "escolhidos" e "chamado" por Deus. Um dos maiores mal-entendidos entre os cristãos é pensar que apenas algumas pessoas são chamadas para o ministério de tempo integral. Se você tem dedicado a sua vida a servir a Jesus, você está no ministério de tempo integral. Um compromisso com Jesus é um comprometimento da própria vida. Isso significa que a cada momento da vida é um compromisso com Jesus.

"...Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo todo seu para que proclameis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz, vós que em outro tempo éreis não povo, mas agora sois povo de Deus, vós que não havíeis alcançado misericórdia, mas agora a tendes alcançado..." (1ª Pedro 2:9-10). Uma das chaves para a leitura do livro de Levítico é que existem aplicações para todos os cristãos em nossos papéis como sacerdotes. A palavra "sacerdote", e sinônimo de "ministro", é para isto que Deus chama todos nós para ajudar e apoiar os outros sedo eles cristãos ou não.

As primeiras ofertas de Arão por si e pelas pessoas

Em primeiro lugar Arão tinha que fazer um sacrifício pelo seu próprio pecado, isto não queria dizer ele cometeu algum pecado especial nos últimos dias que precisa de um perdão especial. A ideia que Deus nos passa neste fato é que, mesmo perdoados, ainda somos pessoas imperfeitas e precisamos ser lembrados disso regularmente. Para podemos ajudar os outros, precisamos primeiro fazer um inventário pessoal. Não se trata de ser perfeito, mas ser perfeitamente perdoado. De todas as coisas que podemos fazer na vida, eu não consigo pensar em nada mais gratificante do que ajudar alguém a se aproximar de Deus. Esse é o propósito básico de um sacerdote, auxiliar em favor do outro.

Estes muitos sacrifícios, foram todos feitos como apontando a morte de Cristo, ensina-nos que devemos ser lavados em seu sangue. Sejamos gratos que temos um sumo sacerdote tal como Cristo. Quando a solenidade foi finalizada, e a bênção foi pronunciada por Arão, Deus testificou sua aceitação e saiu fogo de diante do Senhor, e consumiu o sacrifício. Este fogo poderia justamente ter caído sobre o povo, e ter consumido-os por seus pecados, mas o sacrifício significava expiação pelo pecador. Isso também foi uma figura de coisas boas que virão. O Espírito Santo desceu sobre os apóstolos no fogo, e a descida deste fogo sagrado acendeu neles afetos piedosos e devotos para com Deus, e um zelo santo queimado as paixões da carne. Temos que ter a graça, e o fogo sagrado de Deus em nossa vida, caso contrario não podemos servi-lo aceitavelmente, (Hb 12:28).

"...Rogo vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus..." (Romanos 12:1-2).

Leia também: <Deletando o Passado>
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