Bem Vindo !!! - Paz e Graça ...

"... Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há fala, nem palavras; não se lhes ouve a voz. Por toda a terra estende-se a sua linha, e as suas palavras até os consfins do mundo ..." Salmos 19:1-4

"... E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado ..." Marcos 16:15-16


segunda-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro de Levítico Sacrifícios de sangue e o comportamento homossexual

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Os sacrifícios no grande dia da expiação.

Este ritual, sem duvida retratava todas as etapas que deveriam ser cumpridas antes que a humanidade pudesse realmente ser uma com Deus. Em suma, deveria ocorrer o seguinte: O sumo sacerdote deveria ser purificado de seus pecados para mediar entre Deus e o homem (vers 4). Logo Cristo , tendo vivido uma vida sem pecado, é o nosso eterno Sumo Sacerdote. O sumo sacerdote deveria entrar na presença de Deus com o sangue do novilho para assim abrir o caminho entre Deus e o homem (versículos 3, 14-16). Cristo, pelo Seu próprio sacrifício, nós garante esta entrada diante do trono de Deus, tendo Ele mesmo rasgado o véu de separação. ''...E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras; E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados;...'' (Mateus 27:51). E como os pecados deveriam ser cobertos pela oferta de uma vítima inocente (versículos 9, 15). Então o sangue de Cristo a vitima inocente, não somente cobre os nossos pecados, mas também nos justifica e nos purifica diante de Deus nos concedendo o perdão. Sem entrar em mais detalhes, podemos claramente notar que estes sacrifícios era para ser um estatuto perpetuo, pois enquanto estamos pecando, precisamos continuamente de expiação. Logo a repetição dos sacrifícios, mostrou que neles havia um débil esforço para expiação, algo que só poderia ser feito eficazmente e de uma vez por todas, somente através da oferta do corpo de Cristo. Aqui são tipificados os dois grandes privilégios do evangelho, a remissão dos pecados, e o acesso a Deus, os quais devemos a nosso Senhor Jesus Cristo. Cristo é o Criador e o assunto da expiação, porque ele é o Sacerdote, o Sumo Sacerdote, que faz propiciação pelos pecados do povo. E como Cristo é o cordeiro, então Ele próprio é o sacrifício com o qual é feita a expiação, pois ele é tudo em todos em nossa reconciliação com Deus. Assim, Cristo, é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, (João 1:29). Pela expiação em Cristo, obtemos descanso para as nossas almas, e todas as liberdades da glória dos filhos de Deus.

Obs: ''O primeiro bode era morto e o seu sangue, derramado (Lv 16.15), representava a morte substitutiva de Cristo e o derramamento do Seu sangue por nossos pecados. O sumo sacerdote tinha então de tomar o bode emissário, confessar os pecados de Israel sobre a cabeça daquele bode, e enviá-lo para o deserto. Isso representava o efeito de levar embora, para sempre, os pecados de Israel, e simbolizava a obra de Cristo, que era levar para sempre os nossos pecados, como Isaías profetizou: “...Mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos...” (Is 53.6). Os vários aspectos da obra de Cristo na redenção são simbolizados pelo que os dois animais desempenhavam no Dia da Expiação, cada um como seu papel'' (Norman Geisler).

A santidade do sangue nos sacrifícios

Há duas áreas da vida que foram cuidadosamente regulamentadas para Israel, seu comportamento em relação ao sangue e seu comportamento em relação ao sexo. No capítulo 17 o mistério do sangue é colocada claramente diante de nós e o capítulo 18 fala sobre o mistério do sexo. Então primeiramente, vamos examinar o comportamento exigido do povo de Israel com relação ao sangue. A primeira exigência foi que todo o sangue deveria ser oferecido ao Senhor; Se alguém matasse um animal doméstico o mesmo tinha que ser levado e oferecido como uma oferta de paz com Deus, e o sangue deveria ser derramado e coletado em uma bacia. Mas o que Deus está tentando transmitir com este tipo de exigência? Qual é a lição que ele tinha para essas pessoas que ainda se aplica a nós? Sem duvida nenhuma qualquer cristão esclarecido sabe que nos hoje não temos que seguir a letra estes regulamentos, mas que temos que observar e obedecer os princípios que estão neles envolvidos.

A razão para isto nos é dada nos versos 5-7 que diz: "...Para que os filhos de Israel, trazendo os seus sacrifícios, que oferecem sobre a face do campo, os tragam ao Senhor, à porta da tenda da congregação, ao sacerdote, e os ofereçam por sacrifícios pacíficos ao Senhor. E o sacerdote espargirá o sangue sobre o altar do Senhor, à porta da tenda da congregação, e queimará a gordura por cheiro suave ao Senhor. E nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, após os quais eles se prostituem; isto ser-lhes-á por estatuto perpétuo nas suas gerações...". Ou seja o objetivo de toda essa exigência é ensinar que toda a vida pertence a Deus e que só ele é capaz de lidar com ela corretamente. Só Deus entende vida. Essa é a base para todo o comportamento adequado. Devemos entender que não somente a nossa vida, mas também todas as outras em nossa volta pertence a Deus, até mesmo a vida animal. Esta é a verdade que Deus procura transmitir. Deus está ensinando ao seu povo que eles não devem tentar aplacar os espíritos, com sacrifícios de tolos como as nações que os cercavam, como se o homem pudesse manipular o mundo espiritual invisível e comandar a vida de acordo com seus próprios desejos.

É impressionante como em nossos dias, está cada vez mais na moda o surgimento de novos cultos e interesse pelo ocultismo, astrologia, sacrifícios a entidades e mesmo o satanismo. Tudo isso é motivado pelo desejo das pessoas em querer manipular e controlar o destino da vida por si mesmo. Mas isso não é o que Deus quer, não podemos lidar com a vida por nós mesmos. Isto é reflexo de uma mentira antiga e generalizada, tanto em culturas primitivas como em nações civilizadas como a nossa, querendo dar a ideia de que o homem é de alguma forma capaz de lidar com a vida por si mesmo. Em nossos dias estamos testemunhando um renascimento desta mentira antiga, que as pessoas mesmo sabendo haver poderes maiores dizem pode controlá-los, pode manipulá-los e fazê-los trabalhar por seus interesses materialistas e mundanos. No entanto Deus é soberano e devemos reconhecer que só ele pode controla a nossa vida. Vivemos em seu universo, e não podemos lidar com a vida por nós mesmos. Portanto, a verdade fundamental é que devemos primeiro reconhecer que a vida pertence a Deus, a nossa própria vida e a vida de todos as outras pessoas, inclusive as dos animais. ''...Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?...'' (Lucas 12:25 NVI).

O segundo requisito a respeito do sangue era que ninguém estava autorizado a comer. (Cp 17 Versos 10-14). Deus está ensinando ao seu povo que o sangue tem algo de misterioso e sagrado, alias o sangue é a própria vida. Só muito recentemente é que a ciência médica moderna entendeu esta grande verdade. Durante séculos as pessoas inclusive a medicina não considerava o sangue tão importante para a vida, mesmo em tempos relativamente recentes na tentativa de curar algumas doenças a sangria era uma prática comum. Mas é o sangue que dá vida e Deus tem procurado ensinar esta verdade, restringindo o seu povo de comê-lo.

Então, o que dizer das palavras de Jesus registradas no capítulo seis do evangelho de João. Onde Jesus está se referindo a si mesmo, como o pão da vida, o alimento enviado por Deus do céu, dizendo aos seus discípulos ''...Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele..." (João 6:53-56). A grande realidade é que "a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo" (Gálatas 3:24). Logo, estes requisitos do Antigo Testamento eram apenas um dispositivo de preparação, ou seja: recursos visuais, projetado por Deus para preparar o povo para a proclamação da verdade dos lábios de Jesus. E se eles tivessem entendido isso, como Deus tinha tão cuidadosamente e pacientemente instruído-os através dos séculos, eles teriam recebido estas palavras de Jesus com alegria. Mas como eles não entenderam este princípio, então podemos imaginar, que diante deste ensinamento em Levítico, como foram ofensivas essas palavras de Jesus para aquele povo que havia sido ensinados que era uma abominação comer sangue. E agora vem Jesus que diz: "A menos que vocês comam da minha carne e bebam do meu sangue, não tereis a vida em vós" Até mesmo alguns de seus discípulos ficaram ofendidos com isso. Como podemos ler: "...Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? Sabendo, pois, Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava? O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida..." (João 6:60-63).

Então o que Jesus Cristo queria dizer com isto? Bem, sabemos que o sangue é a vida, e nosso Senhor agora estava ensinando a grande verdade para a qual todas essas restrições apontavam. Se comermos o sangue de um animal, Deus está dizendo, que estaríamos participando da vida de uma criação caída. Devemos nos lembrar que não foi só o homem que caiu no jardim, mas toda a natureza caiu com ele, e logo todo o mundo natural está ligada ao homem. Em sua carta aos Romanos, Paulo argumenta que a natureza está sujeita a ira por causa da queda do homem. (Romanos 8:19-23). E Cristo está pacientemente tentando ensinar-nos que não devemos mais depender da "carne", a velha vida, o velho método de funcionamento, que vivíamos antes de nos tornarmos cristãos, e tão pouco do velho sistema de sacrifícios constantes de animais. Ou seja Deus agora proporcionou uma nova vida, a vida de Cristo, concedida a nós da parte de Deus, o cordeiro de Deus, vindo de Deus. Portanto, aquele que come desta vida, e bebe deste sangue, como disse o próprio Jesus, ''este tem a vida eterna".

Sacrifícios carnais, sexuais e o homossexualismo

Por causa da iniquidade do homem, a lei universal e imparcial de Deus muitas vezes entrou em vigor na historia da humanidade. E não será diferente em nossos dias, afinal Deus é imutável, e logo descerá sobre as nações como prediz a sua palavra. É apenas uma questão de tempo. Quando uma nação desce a perversões, como a homossexualidade, o seu declínio se acelera, seus alicerces se enfraquecem, e torna-se maduro para o desastre. Se a liderança de uma nação participa dessas perversões, a imoralidade se espalha como um câncer entre as pessoas, acelerando o colapso. Os líderes, já pervertido, tomar decisões imorais e imprudentes na direção do país e as condições pioram (Romanos 1:26-32 ; II Timóteo 3:13).

Sabendo da eminente volta de Cristo e da destruição que se aproxima desta terra, nos como cristãos temos a responsabilidade de mesmo "...suspirando e chorando por todas estas abominações..." (Ezequiel 9:4), anunciar o evangelho de Cristo mesmo sob pressão de ONGS, governos ou qualquer força que se oponham a verdade. E ao mesmo tempo cuidando para não cair (1 Coríntios 10:12) preparando-se para o momento em que Cristo irá governar esta terra com justiça e santidade (Apocalipse 5:10; I Pedro 2:9; I Coríntios 6:2-3).

Este é o sacrifício dos cristãos, amar até mesmo os que nos perseguem


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quarta-feira

"Não cobiçaras" - Os dez mandamentos

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10º Mandamento

"...Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo..." Êxodo 20:17

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Decimo mandamento - Não cobiçaras

Hoje chegamos ao último dos dez (10) Mandamentos. Nestas Leis de Deus esta contido todo o sentido espiritual que rege a vida na terra, nestes mandamentos vemos que Deus tem um alto padrão de santidade e que Ele espera que Seu povo se esforce em busca desta mesma santidade. Portanto analise cada um destes mandamentos, e caso veja alguma área em sua vida que necessite de alguma correção, faça o mais rápido possível o que for necessário para mudar e entrar em sintonia com a Palavra de Deus.

Quando olhamos para o 10º Mandamento, a primeira característica que podemos notar é que este mandamento representa uma ação e origem no coração ou na mente do ser humano. Em todos os outros mandamentos encontra-se algum tipo de atividade física ou verbal. Este mandamento no entanto é diferente! Embora não haja evidência física ou verbal, como há na mentira, no roubo, adultério, homicídio, desobediência aos pais, uso do nome de Deus em vão, confecção de imagens de escultura, violação do descanso ou no uso de falsos deuses. Na cobiça porém, há muito pouca ou mesmo nenhuma evidência física ou verbal por parte do cobiçante, como resultado disso, este é um pecado que raramente as pessoas confessam a Deus. Na verdade, se fossemos realmente honestos, teríamos que admitir que alguma vez na vida já tivemos um desejo avarento e cobiçoso.

Exemplos bíblicos da cobiça e suas consequências

Não se pode ler a Bíblia sem encontrar incidência após a incidência de homens e mulheres que desejaram o que não era seu. No Jardim do Éden, Eva cobiçou o fruto proibido e a consequência disso foi a introdução do pecado e a morte no mundo (Gênesis 3:6). Em Ai, Acã cobiçoso de ouro, prata e roupas caras, trouxe a derrota a nação de Israel e a morte para si e toda a sua família (Josué 7:19-21). Semelhantemente Geazi, servo de Eliseu por dois talentos de prata e duas mudas de roupas; trouxe a lepra para sua vida e de toda sua descendência (2 Reis 5:20-27). Acabe cobiçando a vinha de Nabote acabou provocando consequências desastrosas a todo Israel (1 Reis 21). Davi cobiçando Bate-Seba, esposa de Urias, trouxe a espada a sua casa, família e geração (2 Samuel 12). Judas Iscariote motivada por um coração avarento traiu a Cristo trazendo a morte sobre si mesmo (Mateus 26:14-16). Ananias e Safira tomados de avareza, mentiram ao Espírito Santo, pagando caro pelo seu desejo materialista (Atos 5:1).

A cobiça foi, e continua sendo um grande problema para a vida espiritual dos homens em toda a historia deste mundo. Nestes últimos dias mesmo entre aqueles que se dizem cristãos, a pessoas que ainda querem o que não é deles. Muitos instruídos pelos mercadores da fé e o falso evangelho materialista, são induzidos a cobiça gospel. Estes pseudos 'pastores', 'bispos', 'apóstolos' e 'missionários', tendo o único interesse em recolher dízimos, trízimos, e ofertas especiais usando todo tipo de quinquilharias 'ungidas', dão interpretações equivocadas e tendenciosas sobre diversas passagens Bíblicas tais como a de Josué 1:3 e Deuteronômio 11:24; E assim induzido centenas de pessoas que também tem seu coração cheio de desejos financeiros e materialistas, a revindicar; e PASMEM! Até mesmo exigir de Deus! bens matérias e posses que muitas vezes pertencem a outros, esquecendo-se totalmente das palavras de Jesus Cristo que disse: ''...Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer pessoa não consiste na abundância do que possui...'' (Lucas 12:15). ''...Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração...'' (Mateus 6:19-21).

Cobiça! Um poço sem fundo...

Quando uma pessoa se entrega à cobiça, e é possuído pelo calor avarento, nunca estará satisfeito com o que tem, haverá sempre um poderoso impulso para sempre querer mais. É interessante notar que segundo alguns dicionários a palavra cobiçar significa: O desejo imoderado e inconfessável de possuir 'o que, geralmente, não se merece'. (Dicionário Priberam da Língua Portuguesa). Ou seja; a cobiça geralmente se refere a um objeto que pertence a outra pessoa. Portanto quando somos fisgados pela avareza, somos culpados de ter um coração para as coisas em vez de um coração para Deus. ''...Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração...'' (Mateus 6:21). ''...Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra...'' (Colossenses 3:1-2). Quando chegamos ao lugar onde nunca estamos satisfeitos com as bênçãos de Deus e estamos sempre procurando uma maneira de aumentar as nossas posses, então devemos enfrentar o fato de que somos simplesmente gananciosos.

"...Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo..." (Êxodo 20:17). De acordo com o 10º mandamento, um coração cobiçoso é aquele que deseja coisas que não são suas. Este versículo diz que os homens podem cobiçar bens materiais, pessoas e posses em geral. Quando uma pessoa chega a condição de fazer qualquer sacrifício para ter o que pertence a outro, então infelizmente esta pessoa cruzou a linha da racionalidade e torna-se culpada de pecado perante o Deus. ''...Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação...'' (1 Timóteo 6:7-9). Veja o vídeo.

Observações importantes entre cobiça e prosperidade

O que Deus esta dizendo aqui, como também na passagem de 1 Timóteo 6; não é que seja errado comprar a casa ou qualquer outro bem do seu próximo, Deus não é contra a prosperidade do ser humano, o que Deus esta dizendo é que é errado o desejo desnecessário, invejoso, que leva muitas pessoas até a usar meios ilegais para adquirir um bem alheio, chegando a recorrer a táticas antiéticas para obter certa propriedade, tornando-se então culpados de cobiça e roubo. Da mesma forma quando o versículo menciona sobre a mulher do meu próximo, isto não quer dizer que não podemos considerar que uma mulher é bonita ou formosa. Isto não é errado, torna-se pecado somente quando passamos a ter um desejo sensual de possuí-la, então somos culpado de adultério e de cobiça. Da mesma forma ocorre quando uma mulher deseja o marido de outra mulher.

Entre os itens listados aqui estão, casa, companheiro(a), servos e animais, mas é claro que em nossos dias a lista pode tornar-se centenas de vezes maior, podemos acrescentar aqui um celular, um carro, apartamento, relógio, tênis, roupas de grife, etc, etc, etc; ou seja tudo o que pertence ao meu próximo. Muitas pessoas tiveram suas vidas totalmente destruídas pelo coração cobiçoso de outro, deixando bem claro que um espírito avarento é mau e pecaminoso diante do Senhor! Talvez seja por isso que o Senhor deu tais avisos claros contra sua influência em nossa vida (Lucas 12:15; Salmo 10:3, Marcos 7:21-22).

A cobiça ignora a lei de Deus e nega o Senhor

Quando estamos constantemente indo atrás daquilo que não temos, estamos simplesmente dizendo ao Senhor que não se podemos confiar Nele. Ele nos prometeu em Sua Palavra que supriria todas as nossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus (Filipenses 4:19). Portanto, quando recusamos a nos contentar com o que já temos, estamos dizendo que Deus não fez o suficiente e que não podemos confiar Nele para atender as nossas necessidades! Quando esquecemos que Ele é o provedor e começar a pensar que a aquisição de bens depende somente de nós, então nós já passamos da fé a cobiça e somos culpados de pecado! O plano de Deus para nossa vida sobre a aquisição de bens materiais e prosperidade financeira é bem clara nas palavras de Jesus Cristo encontrada em (Mateus 6:19-34). Veja o vídeo.

Mas infelizmente muitos tomado pela ganância, acabam por perder o que já tem! Quando um coração cobiçoso passa a dominar nossa vida, vamos nos tornar escravos das coisas que desejamos. Quando isso acontece, colocamos o Senhor em segundo plano, perdendo assim o bem mais precioso que podemos ter.
Como já dissemos não há nada de errado em possuir as coisas, mas caímos em pecado, quando as coisas começa a nós possuir!
Quando permitimos que as coisas substituam a Deus em nossa vida, então somos culpados de idolatria (Colossenses 3:5-6). Isso não significa que não devemos buscar o prazer da vida. As Escrituras não dizem que o lucro é errado em si mesmo. Mas o problema é viver somente atras de um salário maior, ou a melhor casa do bairro, o melhor carro, as melhores férias, etc; e não satisfazer as necessidades mais profundas do nosso coração. As vezes parece que a felicidade e satisfação aumenta à medida que ganhamos mais e mais bens, mas não é assim que funciona, na verdade quando se possui um coração avarento, com toda certeza o nível de devoção a Jesus Cristo irá sofrer. Nós nunca poderemos ser fiéis ao Senhor enquanto somos consumidos por outras coisas na vida. ''...Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito. Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso? Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom [dinheiro]. E os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas coisas, e zombavam dele...'' (Lucas 16:10-14). Jesus deve preencher totalmente a nossa vida! Somente desta forma teremos o verdadeiro equilíbrio.

Conclusão: Quando se trata de possuir coisas, muitos vezes somos como a empregada de uma determinado homem rico. Um dia, enquanto ele descia as escadas, ouviu a empregada dizendo: "Oh, meu Deus se hoje eu tivesse pelo menos 10 reais, eu ficaria muito contente". Querendo observar o que iria acontecer, ele puxou 10 reais de sua carteira e ao passar por ela a entregou. Ela balbuciou um agradecimento e o homem saiu. Pouco antes de se afastar completamente, ele a ouviu murmurar em desgosto: "Poxa vida, por que eu não pedi 20 reais?"

Nosso maior problema não é se possuímos pouco, nem se possuímos muito. Nosso maior problema é que sempre queremos mais do que precisamos. Epicuro de Samos um filósofo grego (341 - 270 a.C.) escreveu: "Se você quiser fazer um homem feliz, não acrescente às suas posses, mas tire o seus desejos".

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terça-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro do Levítico Lepra física e espiritual e a sublime proteção de Deus..!

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Lidando com a lepra física e espiritual

Este estudo bíblico assim como o anterior, prossegue ainda tratando dos aspecto cotidiano da vida, demonstrando o cuidado e proteção de Deus em todas as esferas da vida humana. No artigo e vídeo anterior vimos a preocupação de Deus para com o que seu povo comia. Vimos que havia alimentos puros e impuros, alimentos inofensivos e alimentos prejudiciais. Embora tendo uma aplicação no domínio físico em relação a quais tipos de animais os israelitas podiam ou não comer, entendemos que estas normas em sua essência eram para fins de saúde. Já nesta passagem, o assunto é sobre doenças contagiosas e sobre a prevenção dessas doenças.

Mas apesar de que o foco principal desta passagem bíblica esteja diretamente descrevendo a lepra, uma doença horrível que em muitos casos acabava por conduzir o doente à morte, e como a lepra é muitas vezes usado na Bíblia como referencia ao pecado em geral, subentende-se que para nos hoje o assunto trata de forma espiritual sobre a lepra do pecado. "...Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor..." (Romanos 6:23). Ou seja para nos cristãos hoje, tudo isso tem a sua contrapartida em nossa própria vida espiritual. Esta passagem está nos falando de forma figurada sobre as aflições e doenças do espírito, as atitudes ofensivas que muitas vezes temos no dia a dia, os ressentimentos, sentimentos de raiva em nosso coração, etc. Estes e outros sentimentos quando desenvolvido em nosso coração pode ser tão perigoso quanto a lepra, e sem duvida também necessita de cura. Agora, diante deste assunto resta-nos somente uma pergunta: Deus realmente se preocupa com aqueles que ficam doentes? A resposta obvia é sim, e a prova disso são estas passagens de Levítico, como também através de Jesus Cristo no novo testamento que "...percorria toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas e pregando o evangelho do reino, curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos, e ele os curava..." (Mateus 4:23-24). Logo se Deus não se importasse, Ele não nos daria somente aqui mais de 100 versos em apenas dois capítulos sobre este tema, e outras centenas de referencias por toda a Bíblia Sagrada, como também a cura total através de Jesus Cristo no mundo vindouro. Deus se preocupa em proteger-nos do mundo pecaminoso e doente. Nesta e outras passagens Deus esta nos dizendo: "Eu te amo tanto, Eu quero protegê-lo contra este mundo pecaminoso e doente; Aqui, esta as instruções siga-as para sua própria proteção". Com tudo isso podemos facilmente dizer: "Ok, eu sei que a lepra é uma doença horrível, eu sei que muitas pessoas morreram por este motivo, mas eu não tenho lepra, nem ninguém que eu conheça. Por que então me preocupar? Porque eu deveria estudar este assunto? "

Lepra é um tipo de pecado?

A lepra era o flagelo do mundo antigo. Nada despertava mais medo, desprezo e repulsa do que a visão destes mortos-vivos. Isso era como um leproso era chamado, um homem morto andando, um zumbi como muitos o chamaria hoje. O cheiro de sua carne em decomposição anunciava sua chegada muito antes de que os restos esfarrapados de suas roupas serem vista, ou que sua voz embargada de vergonha e dor desse o brado obrigatório anunciando sua chegada gritando "Imundo! Imundo!". Mas certamente a Lepra em si mesma, não é um pecado, mas uma doença e um símbolo do que o pecado causa na vida do ser humano, em relação a Deus. Ou seja o nosso pecado causa repulsa a Deus, obrigando-nos a viver afastado de sua presença, vivendo na imundícia de nossos pecados e podridão de nossos atos contrario a instruções entregue por Ele.

Antes que Adão e Eva desobedecessem a Deus no Jardim do Éden, não havia doenças na terra, especialmente uma doença como a lepra muitas vezes fatal. A doença foi resultado da queda da humanidade em pecado, toda doença é um símbolo do pecado humano, trazendo com ele o sofrimento e morte (veja Romanos 5:12 e 1 Coríntios 15:21). A lepra era como um símbolo que Deus usou no Velho Testamento, para nos alerta de como se torna aquele que vive na pratica do pecado. Qualquer um quando contaminado pela lepra (simbolo do pecado), era automaticamente excluído do convívio social e exilado para viver fora do campo ou da cidade. (Números 5:1-3). Como tal fica o pecador, a pessoa leprosa era tratada como imunda, e enquanto tivesse acometido por este mal deveria viver isolada, fora do acampamento; simbolizando a situação do pecador perante Deus e seu reino. No caso da lepra, o isolamento exigido pela lei serviu como uma medida preventiva. Esta era uma doença altamente contagiosa através do contato pessoal e as proibições da lei ajudou a minimizá-la entre o povo. Claro que, para nós, o cumprimento da Lei é Cristo (Romanos 10:4).

Lepra! O simbolismo espiritual para o cristão

A lição espiritual que devemos como cristão absorver destas passagens do livro de levítico é que há dois tipos de lepra. Uma lepra física, aquela que nos podemos ver com os olhos, e a lepra do espírito, que mesmo que não podemos ver ela é muito mais mortal que a física. A prova do simbolismo espiritual começa quando Deus diz a Moisés que uma pessoa acometida por este mal deveria ser levado imediatamente perante o sacerdote (Levítico 13:02). Isso tem grande simbolismo espiritual. Ou seja, se esta doença fosse apenas uma doença física sem simbolismo ou mensagem alguma, por que então não levar a pessoa primeiro a um médico ao invés de levá-lo ao sumo sacerdote.

Note, que a lepra, bem como pecado, é uma doença da carne, assim quando este pecado ou doença acomete uma pessoa, o sacerdote o declarava imundo retirando-o do convívio social. Note também que o pecado é o simbolo da lepra espiritual e que para não aconteça que sejamos obrigados a ser afastados da comunhão espiritual com Deus, retirado para fora da cidade santa; primeiramente precisamos reconhecer nossos erros e sentir arrependimento por eles. É preciso ter um cuidado especial para não racionalizar ou criar justificativas para os pecados cometidos. Para ser eficaz, o primeiro passo deve ser um arrependimento de coração, bem como da mente. Em segundo lugar, é preciso renunciar ao delito. Isso significa deixar a pratica e distanciar completamente do coração e da mente. Em terceiro lugar, é a confissão diante de Deus e se necessário diante dos homens. Em quarto lugar, é a reconciliação, isso começa com o pedido de desculpas sincero e continua com o que for preciso para curar a mágoa. O quinto passo é fazer as pazes, tomando medidas concretas, se é uma compensação financeira, trabalho voluntário ou qualquer outra coisa. O passo final é não repetir a ofensa.

Precisamos se rebelar contra as forças que nos levam ao pecado e outras distorções na forma como vivemos no mundo para assim aproximar-se de Deus e viver em harmonia e paz. Não é fácil se olhar no espelho e ver a nossa própria lepra espiritual. Se você receber um vislumbre, não vire as costas com nojo ou vergonha. Lembre-se, a vida subjacente é um rio de amor e compaixão. Por mais difícil que possa ser para reconhecer o que temos feito e contemplar a fazer as pazes, Deus está torcendo por nossa volta, afim de sermos purificados, por inteiro e começar de novo daqui para frente sem olhar para trás. "...Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta..." (Mateus 5:23-24). Nós não estaremos aptos para a comunhão com Deus, até examinarmos nosso coração se ele abrigar raiva, ódio, remorso, etc, contra qualquer pessoa. Devemos liberar o perdão. Efésios 4:26-27 diz: "...Irai-vos, e não pequeis: não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo...", isto quer dizer que nós devemos ir praticar o perdão e a oração antes do por do sol.

Jesus Cristo! A cura para lepra espiritual

"...E aconteceu que, indo ele a Jerusalém, passou pelo meio de Samaria e da Galiléia; E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe; E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós..." (Lucas 17:11-13). Considerado como o pecado pode ser comparado a lepra espiritual comparando-a com a lepra falado no livro de Levítico, a pergunta agora é: Qual é a cura para a lepra espiritual? Já sabemos que assim como a lepra física tem suas características destrutivas, da mesma forma o pecado ou a lepra espiritual igualmente deteriora, debilita, destrói e contamina a alma do afetado por este mal, Jesus confrontou os estes dois tipos de lepra. Por exemplo: Certa vez Jesus estando a caminho de Jerusalém, deveria cruzar pelo meio de Samaria e da Galiléia e no caminho, ele foi recebido por 10 leprosos. Observe que esses homens agora não fizeram o que era prescrito pela lei de Moisés, gritando: "Imundo, imundo". Ao contrário, eles conhecendo o poder miraculoso de Cristo pararam ao longe e gritaram: "Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!" Eles não queriam simplesmente que Cristo lhes mandasse a um ritual de limpeza, eles queriam a cura. E a Bíblia declara que após Jesus mandar-lhes ir em seu caminho e apresentarem-se aos sacerdotes eles ficaram limpos.

Cristo curou esses homens, porém Ele lhes disse para ir aos sacerdotes no templo. Por alguma razão ao perceberem que foram curados só um voltou para agradecer a Jesus, mesmo Ele tendo lhe mandado apresentar-se aos sacerdotes como dizia a lei. Devemos lembrar que a lei de Deus é prescrito para apontar ao homem o caminho para Jesus Cristo. A lei não pode dar a cura da lepra espiritual, ao contrário, aponta para Aquele que por si só pode curar - Cristo. Assim, ele voltou e lhe agradeceu. Jesus, ao ver esse homem, disse, literalmente, no texto grego de Lucas 17:19 "Levanta-te e vai, a tua fé te salvou". Este homem recebeu de Cristo, não só a sua cura da lepra física mas foi curado também da lepra espiritual. Mas o que aconteceu que levou este homem a receber também de Cristo à cura da lepra espiritual? Deixe-me sugerir quatro elementos que estavam presentes neste episodio:

1. Este homem, sendo um samaritano, não poderia ir para os sacerdotes em Jerusalém. Logo ele procurou a única pessoa que poderia representá-lo, ou seja: Cristo. De acordo com Hebreus 5 e 7, Cristo é o nosso Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque. Este homem não viu nenhum remédio na Lei, Ele fugiu para os braços da graça de Jesus Cristo.

2. Em Levítico, vemos que quando uma pessoa alcançava a cura, o sacerdote deveria oferecer um sacrifício e a aspersão do sangue. O sangue de um inocente deveria ser derramado em seu nome. Como crentes em Jesus, temos o sacrifício de seu próprio sangue derramado a cruz do calvário que recebemos pela graça mediante a fé em Cristo e em Sua obra redentora, ou seja o próprio Cristo também se entregou por aquele samaritano que fora curado. Todos os santos do Velho Testamento foram salvos crendo na promessa de Deus apontando para a cruz, ao passo que nós somos salvos em Jesus Cristo.

3. Jesus disse ao homem que o resultado de sua fé, o curou. Assim, este homem foi pronunciado limpo, puro, inocente aos olhos de Deus. Isto é o que chamamos de "justificação pela fé". Cristo judicialmente declarou este homem limpo. Para cada filho de Deus na fé salvadora, a declaração divina de Deus de inocência do pecador ocorre no momento em que o pecador se arrepende e crê em Cristo.

Na cruz, Cristo tomou sobre si mesmo a nossa lepra espiritual. Apesar de nunca ter pecado, a ele foi "creditada" ou ", declarou o nosso pecado. Quando pela graça mediante a fé cremos em Jesus Cristo, embora seja claro que somos pecadores, o sacrifício de Cristo foi "creditada" a nos. declarado-nos "justo" devido à justiça de Cristo. Assim, um leproso espiritual é declarado "limpo", como resultado da aplicação do sangue pelo Sumo e Eterno Sacerdote.

4. Persistir para viver para Deus - Jesus disse a este homem para ele "levantar-se e ir". Assim também todos os ex-leprosos espirituais não deve ter o desejo de permanecer no estado de leproso neste mundo. Nos como cristãos, muitas veze seremos tentados a voltar a ser como eramos antes, não percebendo o valor grandioso da cura espiritual. Mas agora nos temos liberdade de não só andar em comunhão com Deus, mas também do pleno acesso ao Pai. 

Em Jesus Cristo, o santo de Deus é nos dado o poder e privilégio de viver a caminhada cristã. É nosso dever ir e dizer a um mundo cheio de leprosos espirituais, que eles também podem ser curados de sua situação. "Portanto: Ide!.." (Mateus 28:19).

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quarta-feira

"Não dirás falso testemunho" - Os dez mandamentos

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9º Mandamento

"...Não dirás falso testemunho contra o teu próximo..." Êxodo 20:16

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Nono mandamento - O falso testemunho

Sem duvida nenhuma o nono mandamento tem muito a ver com o controle e domínio da língua, uma tarefa muito importante mas extremamente difícil como bem escreveu Tiago, dizendo que nenhum homem pode domar a língua (Tiago 3). No entanto, Jesus nos esclarece que "...o que sai da boca, procede do coração, e é isso o que contamina o homem. Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, fornicação, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias..." (Mateus 15:18-19). Logo a única forma de domar-se a língua é abrindo o coração para Jesus Cristo, que nele fará morada através do Espirito Santo, produzindo assim palavras de bençãos e não maldição, Porque "...o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei (…) E se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito. Não nos tornemos vangloriosos, provocando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros..." (Gálatas 5:22,25,26).

Infelizmente poucas pessoas percebem o poder destrutivo da língua humana. Por causa de uma palavra mal falada, lares foram estilhaçados, reputação abalada, vidas literalmente destruídas e até mesmo famílias inteiras arruinadas. Esse pequeno pedaço de músculo que fica na boca por trás de seus lábios e os dentes tem o fantástico poder de abençoar ou amaldiçoar, de curar ou ferir, de amar ou odiar. Tudo depende de como à usamos. "...Porque esta é a aliança que depois daqueles dias; Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;..." (Hebreus 8:10).

Como lidar com o nosso próprio testemunho

Este mandamento, implicitamente lida também com nosso próprio testemunho no ambiente social e comunidade em que vivemos. Deus diz que não devemos nunca ser culpado de mentir sobre o nosso semelhante, causando-lhe sofrimento. Somos exortados a ser sempre sincero. "...A falsa testemunha não ficará impune; e o que profere mentiras perecerá..." (Provérbios 19:9). A reputação é um bem extremamente valioso, de acordo com a Bíblia, um bom nome, ou reputação, é muito mais valioso do que riquezas e ouro. (cf Pv 22:01). A reputação normalmente determina o nível de respeito que uma pessoa recebe; ninguém põe muita confiança em uma pessoa que tem a reputação de ser desonesta, enganadora, ou que tenha a fama de uma vida vergonhosa e pecaminosa.

Exatamente por este motivo nós como cristãos devemos fazer tudo o que está ao nosso alcance para nunca permitimos que nosso nome esteja associado com algo desrespeitoso e vergonhoso. Isto não somente irá prejudicar o nosso próprio nome, levando as pessoas a perder o respeito por nós, como também macular a imagem da igreja de Cristo na terra; Lembre-se que a vida do cristão deve ser como um farol de integridade e decência para os que estão em sua volta. Disse Jesus: "...Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus..." (Mateus 5:14-16). Nossa reputação determinará o nível da respeito que receberemos; todo cristão para ser realmente respeitado como um cristão tem que dar um bom testemunho. O tipo de resposta que podemos esperar sempre será determinado pelo tipo de vida que os outros observam-nos viver! Ou seja: Sua própria reputação é valiosa. Portanto, guarde-a com muito zelo, e ore para que outros não levante falso testemunho sobre você. Sem duvida nenhuma você não pode ser responsável por aquilo que os outros falam sobre sua reputação, mas você é totalmente responsável por aquilo que fala sobre os outros. Tenha isso em mente.

Como lidar com a reputação do próximo

A reputação de uma pessoa pode ser facilmente vandalizada publicamente, e isto é uma coisa muito séria. Quando minamos a reputação de outra pessoa pelas palavras que falamos, somos culpados de causar danos indescritíveis na vida desta pessoa, e de destruir a respeitabilidade e credibilidade dela diante da sociedade em que ela vive, quer seja no trabalho, comunidade, congregação ou mudo secular.

Lembro-me de ler uma estoria, onde um jovem discípulo contrariado com seu mestre levantou diversos falsos testemunho contra ele causado-lhe grandes problemas. Anos depois ao saber que o velho mestre encontrava-se muito doente quase a morte, este jovem arrependido foi até ele para lhe suplicar o perdão dizendo que faria qualquer coisa para consertar o seu erro. O velho mestre gentilmente disse que aceitaria seu pedido de desculpas, mas pediu uma ultima tarefa ao jovem discípulo, dizendo-lhe que ele deveria pegar um saco cheio de penas e soutá-las do topo do edifício mais alto da cidade. Quando isso foi feito, o jovem voltou ao mestre que olhou para ele e disse: Agora vá e recolha cada uma dessas penas e traga até mim. O jovem exclamou: Isso é impossível! E o velho mestre, como uma ultima lição lhe disse: Da mesma forma que é impossível recolher as penas, é impossível que uma palavra proferida seja recolhida novamente.

As palavras de um falso testemunho pode e deve ser perdoada, mas nunca será esquecida por aqueles que foram tocadas por seu veneno! Dano irreversível pode ser feito para reputação de uma pessoa. Pessoas podem acabarem muito prejudicada por causa das mentiras de um tolo. É uma coisa triste um comportamento odioso a Deus e humilhante para os homens. Na verdade, Deus inclui abusos da língua como uma das coisas que ele mais odeia. "...Estas seis coisas o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, O coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, A testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos..." (Provérbios 6:16-19). Todo filho de Deus precisa procurar em seu próprio coração e determinar por cuja glória nós estamos usando nossa língua. Deus nos ajude a fazer a coisa certa!

Veja alguns tipos de falso testemunho

Como já foi dito o falso testemunho é um comportamento odioso a Deus e humilhante para os homens! Mas o triste é que existem várias maneiras em que as pessoas poderão ser culpadas de usar sua língua contra uma outra pessoa, ente as mais comuns estão:

Calúnia - define-se calunia como a comunicação de falsas declarações prejudiciais à reputação de uma pessoa, afirmação desonrosa a respeito de alguém, inclusive de mortos. Consiste em atribuir, falsamente, a alguém a responsabilidade pela prática de um fato determinado definido como crime, feita com má-fé. Pode ser feita verbalmente, de forma escrita, por representação gráfica ou internet. Somos culpados de calúnia quando intencionalmente mentimos sobre outra pessoa, em um esforço para prejudicar a sua reputação.

Mentira - "A declaração falsa deliberadamente apresentado como sendo verdade." Quer admitamos ou não, todos nós somos culpados de ter mentido alguma vez na vida. As estatísticas dizem que 92% das pessoas mentem para salvar a sua pele e 98% para evitar ofender alguém. Mas, sem duvida a pior mentira é quando dizemos coisas sobre outra pessoa sabendo que são falsas.

Crítica - Referimo-nos a declarações feitas sobre as ações de outros, na tentativa de ferir sua reputação. A crítica construtiva é uma coisa boa, mas a crítica destrutiva é perversa e abominável. (O urubu não vê nada além do que é podre e morto; ele não vê as flores e a grama verde; ele não contempla as coisas vivas ao seu redor. Seu foco é sobre o que está morto e estragado). Não viva como um urubu enxergando somente os defeitos dos outros. Uma senhora estava olhando pela janela, observando sua vizinha estendendo suas roupas no varal. Enquanto observava, ela comentou com um amigo: "Nosso vizinho não liga muito para a limpeza. Porque, basta olhar para as manchas em suas roupas. "Seu amigo respondeu:" Essas manchas são em sua janela, não nas roupas!"Às vezes, é o pecado em nosso próprio coração que nos faz enxergar o mal nos outros!

Fofocas e tagarelice - Esta é a prática de espalhar boatos e rumores sobre os outros. Pode ser que as vezes os rumores sejam verdadeiros. Mas, mesmo assim isto não nos dá o direito de destruir a reputação do outro. A fofoca é sempre um pecado!

Insinuação - Esta é a prática de insinuar que algo pode estar errado na vida do outro. Quando agimos assim somos culpados de fazer as pessoas duvidam da reputação de uma pessoa, somos culpados de pecado perante o Senhor. (Esta foi a tática que Satanás tentou usar contra Jó - Jó 1:11-12, 2:05.)

Bajulação - Normalmente, a bajulação é feita como uma tentativa de ganhar alguma coisa desse indivíduo. Lisonja mentirosa, está dizendo algo na frente de uma pessoa que nunca diria nas suas costas.

Exagero - Esse é um tipo de mentira muito comum. Consiste em esticar números, estatísticas, etc, para fazer as coisas parecerem melhores. Quando exageramos, estamos mentindo!

Omissão - Quando nós ouvimos uma mentira ser contada e nos calamos, somos culpados de omissão.

Estes e outros tipos de falsos testemunhos são muito usados no mundo capitalista e interesseiro de hoje. Inclusive muitas denominações e congregações estão em crise por causa de fofocas e de conversas insensatas. Deus vai lidar com os fofoqueiro e fofoqueiras. É uma coisa pecaminosa praticar qualquer um desses métodos em relação ao outro, somos culpados de pecado perante o Senhor! Portanto antes de soltar qualquer palavra ao vento devemos antes de tudo pensar no efeito que isto causará nos outros.

Diga somente palavras que sejam verdadeiras, que ajude e inspire as pessoas, diga somente o realmente for necessário. Se o que você tem a dizer não se enquadra em nenhuma dessas categorias, então é bastante seguro dizer que seria melhor não usar a sua língua para danos. Um bom hábito é o de não dizer nada sobre ninguém a menos que seja bom!

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