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quarta-feira

"Não cobiçaras" - Os dez mandamentos

19:35:00

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10º Mandamento

"...Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo..." Êxodo 20:17

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Decimo mandamento - Não cobiçaras

Hoje chegamos ao último dos dez (10) Mandamentos. Nestas Leis de Deus esta contido todo o sentido espiritual que rege a vida na terra, nestes mandamentos vemos que Deus tem um alto padrão de santidade e que Ele espera que Seu povo se esforce em busca desta mesma santidade. Portanto analise cada um destes mandamentos, e caso veja alguma área em sua vida que necessite de alguma correção, faça o mais rápido possível o que for necessário para mudar e entrar em sintonia com a Palavra de Deus.

Quando olhamos para o 10º Mandamento, a primeira característica que podemos notar é que este mandamento representa uma ação e origem no coração ou na mente do ser humano. Em todos os outros mandamentos encontra-se algum tipo de atividade física ou verbal. Este mandamento no entanto é diferente! Embora não haja evidência física ou verbal, como há na mentira, no roubo, adultério, homicídio, desobediência aos pais, uso do nome de Deus em vão, confecção de imagens de escultura, violação do descanso ou no uso de falsos deuses. Na cobiça porém, há muito pouca ou mesmo nenhuma evidência física ou verbal por parte do cobiçante, como resultado disso, este é um pecado que raramente as pessoas confessam a Deus. Na verdade, se fossemos realmente honestos, teríamos que admitir que alguma vez na vida já tivemos um desejo avarento e cobiçoso.

Exemplos bíblicos da cobiça e suas consequências

Não se pode ler a Bíblia sem encontrar incidência após a incidência de homens e mulheres que desejaram o que não era seu. No Jardim do Éden, Eva cobiçou o fruto proibido e a consequência disso foi a introdução do pecado e a morte no mundo (Gênesis 3:6). Em Ai, Acã cobiçoso de ouro, prata e roupas caras, trouxe a derrota a nação de Israel e a morte para si e toda a sua família (Josué 7:19-21). Semelhantemente Geazi, servo de Eliseu por dois talentos de prata e duas mudas de roupas; trouxe a lepra para sua vida e de toda sua descendência (2 Reis 5:20-27). Acabe cobiçando a vinha de Nabote acabou provocando consequências desastrosas a todo Israel (1 Reis 21). Davi cobiçando Bate-Seba, esposa de Urias, trouxe a espada a sua casa, família e geração (2 Samuel 12). Judas Iscariote motivada por um coração avarento traiu a Cristo trazendo a morte sobre si mesmo (Mateus 26:14-16). Ananias e Safira tomados de avareza, mentiram ao Espírito Santo, pagando caro pelo seu desejo materialista (Atos 5:1).

A cobiça foi, e continua sendo um grande problema para a vida espiritual dos homens em toda a historia deste mundo. Nestes últimos dias mesmo entre aqueles que se dizem cristãos, a pessoas que ainda querem o que não é deles. Muitos instruídos pelos mercadores da fé e o falso evangelho materialista, são induzidos a cobiça gospel. Estes pseudos 'pastores', 'bispos', 'apóstolos' e 'missionários', tendo o único interesse em recolher dízimos, trízimos, e ofertas especiais usando todo tipo de quinquilharias 'ungidas', dão interpretações equivocadas e tendenciosas sobre diversas passagens Bíblicas tais como a de Josué 1:3 e Deuteronômio 11:24; E assim induzido centenas de pessoas que também tem seu coração cheio de desejos financeiros e materialistas, a revindicar; e PASMEM! Até mesmo exigir de Deus! bens matérias e posses que muitas vezes pertencem a outros, esquecendo-se totalmente das palavras de Jesus Cristo que disse: ''...Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer pessoa não consiste na abundância do que possui...'' (Lucas 12:15). ''...Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração...'' (Mateus 6:19-21).

Cobiça! Um poço sem fundo...

Quando uma pessoa se entrega à cobiça, e é possuído pelo calor avarento, nunca estará satisfeito com o que tem, haverá sempre um poderoso impulso para sempre querer mais. É interessante notar que segundo alguns dicionários a palavra cobiçar significa: O desejo imoderado e inconfessável de possuir 'o que, geralmente, não se merece'. (Dicionário Priberam da Língua Portuguesa). Ou seja; a cobiça geralmente se refere a um objeto que pertence a outra pessoa. Portanto quando somos fisgados pela avareza, somos culpados de ter um coração para as coisas em vez de um coração para Deus. ''...Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração...'' (Mateus 6:21). ''...Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra...'' (Colossenses 3:1-2). Quando chegamos ao lugar onde nunca estamos satisfeitos com as bênçãos de Deus e estamos sempre procurando uma maneira de aumentar as nossas posses, então devemos enfrentar o fato de que somos simplesmente gananciosos.

"...Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo..." (Êxodo 20:17). De acordo com o 10º mandamento, um coração cobiçoso é aquele que deseja coisas que não são suas. Este versículo diz que os homens podem cobiçar bens materiais, pessoas e posses em geral. Quando uma pessoa chega a condição de fazer qualquer sacrifício para ter o que pertence a outro, então infelizmente esta pessoa cruzou a linha da racionalidade e torna-se culpada de pecado perante o Deus. ''...Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação...'' (1 Timóteo 6:7-9). Veja o vídeo.

Observações importantes entre cobiça e prosperidade

O que Deus esta dizendo aqui, como também na passagem de 1 Timóteo 6; não é que seja errado comprar a casa ou qualquer outro bem do seu próximo, Deus não é contra a prosperidade do ser humano, o que Deus esta dizendo é que é errado o desejo desnecessário, invejoso, que leva muitas pessoas até a usar meios ilegais para adquirir um bem alheio, chegando a recorrer a táticas antiéticas para obter certa propriedade, tornando-se então culpados de cobiça e roubo. Da mesma forma quando o versículo menciona sobre a mulher do meu próximo, isto não quer dizer que não podemos considerar que uma mulher é bonita ou formosa. Isto não é errado, torna-se pecado somente quando passamos a ter um desejo sensual de possuí-la, então somos culpado de adultério e de cobiça. Da mesma forma ocorre quando uma mulher deseja o marido de outra mulher.

Entre os itens listados aqui estão, casa, companheiro(a), servos e animais, mas é claro que em nossos dias a lista pode tornar-se centenas de vezes maior, podemos acrescentar aqui um celular, um carro, apartamento, relógio, tênis, roupas de grife, etc, etc, etc; ou seja tudo o que pertence ao meu próximo. Muitas pessoas tiveram suas vidas totalmente destruídas pelo coração cobiçoso de outro, deixando bem claro que um espírito avarento é mau e pecaminoso diante do Senhor! Talvez seja por isso que o Senhor deu tais avisos claros contra sua influência em nossa vida (Lucas 12:15; Salmo 10:3, Marcos 7:21-22).

A cobiça ignora a lei de Deus e nega o Senhor

Quando estamos constantemente indo atrás daquilo que não temos, estamos simplesmente dizendo ao Senhor que não se podemos confiar Nele. Ele nos prometeu em Sua Palavra que supriria todas as nossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus (Filipenses 4:19). Portanto, quando recusamos a nos contentar com o que já temos, estamos dizendo que Deus não fez o suficiente e que não podemos confiar Nele para atender as nossas necessidades! Quando esquecemos que Ele é o provedor e começar a pensar que a aquisição de bens depende somente de nós, então nós já passamos da fé a cobiça e somos culpados de pecado! O plano de Deus para nossa vida sobre a aquisição de bens materiais e prosperidade financeira é bem clara nas palavras de Jesus Cristo encontrada em (Mateus 6:19-34). Veja o vídeo.

Mas infelizmente muitos tomado pela ganância, acabam por perder o que já tem! Quando um coração cobiçoso passa a dominar nossa vida, vamos nos tornar escravos das coisas que desejamos. Quando isso acontece, colocamos o Senhor em segundo plano, perdendo assim o bem mais precioso que podemos ter.
Como já dissemos não há nada de errado em possuir as coisas, mas caímos em pecado, quando as coisas começa a nós possuir!
Quando permitimos que as coisas substituam a Deus em nossa vida, então somos culpados de idolatria (Colossenses 3:5-6). Isso não significa que não devemos buscar o prazer da vida. As Escrituras não dizem que o lucro é errado em si mesmo. Mas o problema é viver somente atras de um salário maior, ou a melhor casa do bairro, o melhor carro, as melhores férias, etc; e não satisfazer as necessidades mais profundas do nosso coração. As vezes parece que a felicidade e satisfação aumenta à medida que ganhamos mais e mais bens, mas não é assim que funciona, na verdade quando se possui um coração avarento, com toda certeza o nível de devoção a Jesus Cristo irá sofrer. Nós nunca poderemos ser fiéis ao Senhor enquanto somos consumidos por outras coisas na vida. ''...Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito. Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso? Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom [dinheiro]. E os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas coisas, e zombavam dele...'' (Lucas 16:10-14). Jesus deve preencher totalmente a nossa vida! Somente desta forma teremos o verdadeiro equilíbrio.

Conclusão: Quando se trata de possuir coisas, muitos vezes somos como a empregada de uma determinado homem rico. Um dia, enquanto ele descia as escadas, ouviu a empregada dizendo: "Oh, meu Deus se hoje eu tivesse pelo menos 10 reais, eu ficaria muito contente". Querendo observar o que iria acontecer, ele puxou 10 reais de sua carteira e ao passar por ela a entregou. Ela balbuciou um agradecimento e o homem saiu. Pouco antes de se afastar completamente, ele a ouviu murmurar em desgosto: "Poxa vida, por que eu não pedi 20 reais?"

Nosso maior problema não é se possuímos pouco, nem se possuímos muito. Nosso maior problema é que sempre queremos mais do que precisamos. Epicuro de Samos um filósofo grego (341 - 270 a.C.) escreveu: "Se você quiser fazer um homem feliz, não acrescente às suas posses, mas tire o seus desejos".

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10º Mandamento
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sábado

Os cristãos devem corrigir seus filhos com a vara?

17:37:00
Os cristãos devem corrigir seus filhos com a vara? | Rede Missionária Cristã

Como os cristãos devem disciplina seus filhos

Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele … A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe… (Provérbios 22:6; 29:15).

Como educar filhos rebeldes? O que diz a Bíblia?

Se uma criança esta entregue a si mesmo obviamente não está sendo educada no caminho em que se deve andar. E neste caso, os pais não estão tendo impacto nenhum sobre a vida de seu filho, sua formação, seus valores; mas sua educação está sendo influenciada e construída pela sociedade, colegas, falsas amizades, TV, etc. A palavra de Deus diz que: "…a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice … A estultícia está ligada ao coração da criança…" (Gênesis 8:21; cp. Eclesiastes 8:11; Provérbios 22:15a).
Uma criança entregue a si mesma envergonha seus pais, porque ela, com certeza, lhe causara problemas no presente, que lhe trarão consequências a sua vida no futuro, simplesmente porque pela omissão de seus pais ela não está sendo disciplinada.
No entanto, a outra parte de (Provérbios 22:15b) diz: "…Mas a vara da correção a afugentará dele…" A vara da correção aqui não simboliza espancamento ou surras carregadas de ódio, mas sim uma correção amorosa, com alguém que tem um interesse especial no resultado da vida desta criança, dando direção, discernimento e instrução, orientando essa criança onde ele deve ir e como deve agir. A formação, instrução e o ensino, fará toda a diferença no futuro de uma pessoa e a Bíblia nos ensina como educar os filhos rebeldes.
Corrigir o filho com a vara

Não seja omisso na educação de seus filhos

Um exemplo negativo na vida do rei Davi em relação a correção de seu filho Adonias, ilustra bem este assunto. "…Ora, nunca [Davi] seu pai o tinha contrariado, dizendo: Por que fizeste assim?…" (I Reis 1:06). A narrativa deste fato se passa quando Davi já está muito velho e perto de morrer. Sua família e seus conselheiros mais próximos, provavelmente, sabia que o seu desejo era passar sua coroa a Salomão. Mas Adonias acostumado com a falta da vara de correção, e em sempre ter tudo que desejou, nunca sendo contrariado por seu pai tentou impedir isso.

Ele fez um movimento político para usurpar o trono de Salomão seu irmão. Sua manobra só não foi bem-sucedida porque Bate Seba, mãe de Salomão, e os assessores fiéis de Davi apelou para o rei, e ele rapidamente deixou bem claro que Salomão devia sucedê-lo. Neste episódio vemos claramente que a falta de correção e disciplina a um filho pode ocasionar consequências desastrosas tanto dentro do ambiente familiar com na convivência em sociedade.

Davi, embora um homem segundo o coração de Deus, não teve uma participação ativa no ensino e correção de seu filho com o uso da vara, diferente de como foi com seu outro filho Salomão. Este versículo nos diz indiretamente por que Adonias se rebelou; ou seja, o próprio rei Davi incentivou seu filho a se rebelar quando não demonstrou ter interesse na criação dele. Davi deixou de treiná-lo e educá-lo no caminho em que se deve andar.

Esta passagem bíblica nos ensina que independentemente da pessoa sendo ou não um cristão ou mesmo como Davi que foi considerado um homem segundo o coração de Deus, se eles forem pais omissos na educação e correção de seus filhos não usando corretamente a vara da disciplina em seus filhos, com toda certeza mais cedo ou mais tarde os resultados desta omissão surgirão.

Podemos usar a vara de correção?

A bíblia nos diz claramente: O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o corrige – Provérbios 13:24. Não entenda mal, ou queira desmerecer as escrituras, pois de modo algum a bíblia aqui está defendendo o abuso infantil. Obviamente que nenhum pai educa seus filhos perfeitamente, afinal de conta somos falhos e vivemos em mundo caótico. "…Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno…" (1 João 5:19).

Um outro fator importante a ser levado em conta é que as pessoas que foram abusadas ou sofreram violência quando crianças, são seis vezes mais propensos a repetir o mesmo comportamento de seus pais quando se tornam adultas. Por este motivo a Bíblia como palavra de Deus adverte: "…E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor…" (Efésios 6:4).

Os pais não devem provocar ou abusar da autoridade para com seus filhos, corrigir o filho com a vara, não é espancá-lo ou maltratá-lo como já foi dito no início deste artigo. Devemos tratar nossos filhos com dignidade e respeito, encorajando-os e corrigindo e se for necessário fazer uso da vara, de forma equilibrada, nunca na medida em que cause danos físicos e psicológicos, porém, a disciplina é uma coisa boa e contribui para o bem-estar e a educação correta da criança.


Em Efésios 6:4, Paulo se dirige diretamente aos pais, mas em Colossenses 3:21 ele nos dá uma visão mais ampla do que ele está propondo com as seguintes palavras: "…Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que eles não percam o ânimo…" Este versículo deve ser meditado e analisado em toda sua amplitude, ou seja: Podemos deduzir que Paulo está dizendo, mais ou menos isto: Eduque seus filhos, mas tenha cuidado com os exageros, com a raiva, com a fúria o ódio, etc. Para que eles não fiquem desanimados, despontados, desmotivados, e sem amor.

O apóstolo está incentivando os pais a corrigir os seus filhos, mas não como um pai arrogante, constantemente censurando-os, tornando-se irritante, e por conta disto a criança venha a tornar-se apática, mal-humorada, etc. Ele, assim como a bíblia incentiva a correção, mas ao mesmo tempo pede paciência e compreensão com a inexperiência das crianças. A correção nunca deve ser uma vingança.

A correção do filho deve ser dada para o bem, mas sempre no âmbito da medida da criança e da infração cometida. Firmeza na correção é bom, mas os pais devem ter cuidado com o seu temperamento quando dão a correção ou fustiga o seu filho com a vara. Paulo está alertando-nos sobre a injustiça, favoritismo, o excesso de correção, negligência e crueldade física na correção.

A correção dos filhos e seus resultados futuros
"…Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele…" (Provérbios 22:6).

É extremamente difícil para uma pessoa adulta mudar um habito que está arraigado em sua vida desde de sua infância ou juventude. Indiscutivelmente, o princípio da formação e treinamento produz resultados. É assim que funciona, equipes esportivas, produções de balé, etc; os exercícios e treinamentos são tão constantes e metodicamente aplicados, que chega a um ponto que todos os participantes, mesmo sem nem se dar conta estão executando suas ações automaticamente, suas habilidades tornar-se uma parte integral e rotineira.

Ou seja, a formação adequada de um a criança perdurará por toda a vida. Este princípio também é aplicado ao que Deus está fazendo na nossa vida como seus filhos através de Jesus Cristo. Deus nos coloca em um programa de treinamento para preparar-nos para a vida eterna. Ele nos treina e educa de uma maneira que perdurará por toda a eternidade. É por este motivo que Deus considera o ensino e a instrução fundamentalmente importante.

…Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar…Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno…O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga… (Provérbios 13:24; 19:18; 23:13-14).
 

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sexta-feira

"Honra a teu pai e a tua mãe" Os dez Mandamentos

20:56:00

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5º Mandamento

"...Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá..." (Êxodo 20:12).

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O quinto Mandamento - Honra a teu pai e a tua mãe

Lá estava ela! Aquela senhora com o rosto marcado por anos de trabalho duro, sentada na primeira fila. Era uma mãe que tinha poupado anos de suas economias para colocar seu filho na faculdade; e agora assistia sua formatura; ela viu quando ele atravessou a plataforma e recebeu seu diploma com honras. Enquanto ele caminhava de volta, em vez de seguir para a linha designada, ele continuou andando até onde sua mãe estava, e surpreendendo a todos os presentes o jovem jogou os braços ao redor do pescoço de sua mãe, beijou sua face repedidas vezes, e colocando seu diploma em suas mãos, disse: "Aqui, Mãe, você merece! Isto é em sua honra!".

Infelizmente hoje, é cada vez mais comum encontrar jovens, decepcionados com seus pais em vez de tê-los em honra. Muitas vezes, os pais são vistos mais como um obstáculo a ser superado, em vez de um guia sábio a ser seguido e imitado. Neste quinto mandamento, implicitamente Deus estabeleceu um princípio de vida que determina como deve ser o relacionamento familiar. Ele demonstra que a instituição familiar autentica [Homem + Mulher + Filhos = Família] é fundamental para uma sociedade equilibrada. Nenhuma nação, comunidades, ONG's, ideologias, cultura moderna, etc; é mais forte que a estrutura familiar autentica. Toda nação, comunidade, igreja, etc; é um reflexo de como esta instituída a família em uma sociedade, se a estrutura familiar vai bem a nação acompanha, caso contrario tudo vai mal. Deus estabeleceu uma ordem que deve ser rigorosamente seguida. O homem / pai deve ser o cabeça da casa, submetendo-se à vontade de Deus. A mulher / mãe deve esta em sujeição a seu marido no equilíbrio espiritual, e não como uma escrava, sem voz e participação, mas como companheira, ajudadora e auxiliadora. E os filhos submetendo-se a seus pais em honra. Assim sendo; todos os evolvidos serão abençoados pelo Senhor; se essa ordem familiar for seguida, a casa, o relacionamento, a educação dos filhos e tudo mais será abençoado por Deus. No entanto, quando estamos fora da autentica estrutura familiar, estaremos fora de sintonia com Deus e com a sociedade em nossa volta. É na relação familiar que aprendemos as primeiras lições de como viver espiritualmente e em sociedade, somente depois disso estaremos pronto a servir a Deus e a nosso semelhante e assim honrarmos a Deus e a nossos pais.

Honra; Um mandamento com promessa

"...Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra...." (Efésios 6:2-3). Estes versículos deixa claro que os pais devem ser tidos em honra por seus filhos. E trazemos honra a nossos pais, fazendo a coisa certa, sendo obediente a uma orientação justa. A obediência cega aos pais quando já se tem entendimento que algo é errado está incorreta, devemos antes de tudo obedecer primeiramente a Deus. O mandamento não diz para obedecermos cegamente nossos pais em tudo, mas para honrá-los. Ao fazer a coisa certa, estamos honrando a eles. Na maioria dos casos, precisamos sim ser obedientes aos pais. Mas quando os pais dão ordens contraditórias, a palavra de Deus, ou estão envolvidos em atividades imorais ou ilegais, a obrigação é antes de tudo obedecer a Deus e não os pais.

É desanimador e assustador, ver uma criança ou jovem ser desrespeitoso com os seus pais. Isso significa problemas na estrada, e isso mostra uma falta de consideração para com Deus que nos manda honrá-los. É um sinal de pecado e não há absolutamente nenhuma desculpa para qualquer comportamento que desrespeita, ataque, ou desonre os pais. À medida que envelhecemos, devemos continuam a considerar e honrar os nossos pais com grande respeito. Quando as crianças crescem, é natural deixar casa de seus pais, (Gênesis 2:24). Neste momento, não estamos mais sob a autoridade direta deles, mas isto não quer dizer que devemos deixar de respeitar os nossos pais. Antes sim devemos considerar as longas noites perdidas quando eramos crianças, considerar seus esforços e sacrifícios para nos dar o melhor que puderam; com muitas horas de trabalho para fornecer alimentos, abrigo e roupas. Devemos lembrar o amor dispensado em abundância por tão pouco em troca. Mesmo que não estejamos mais debaixo de sua autoridade, ainda devemos-lhes o nosso respeito e honra. Às vezes, quando mais velhos, alguns percebem com profundo pesar que se tivessem seguido o conselho de seus pais poderiam ter evitado muita dor de cabeça, tanto para si , como para sua família.

A honra e o respeito merecido

Embora este mandamento fale principalmente para os filhos, ele também trata com os pais. É natural que muitos filhos terão dificuldades em respeitar um pai que não vive uma vida digna de honra. Quantos pais abandonam, maltratam e espancam seus filhos, "...Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra..." (Romanos 13:7). Muitos de nos como cristãos temos dificuldades em perdoar algumas ações passadas de nossos pais, agora imagina aqueles que não tem o Espirito de Deus em sua vida, por este motivo o apostolo Paulo aconselha os pais dizendo: "...E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor..." (Efésios 6:4). Os pais precisam se lembrar que os filhos vão respeitar a vida que é vivida com fidelidade. Quando um filho reconhece o amor e a preocupação de seus pais seu respeito e honra por eles aumenta. O dever dos pais a seus filhos é amá-los incondicionalmente, conduzindo os mesmo a fidelidade a Deus.

Para ganhamos o respeito e honra de nossos filhos devemos ser justos. Ou seja, firmes no que dizemos, mas temperando nossas ações com amor. Alguns pais acreditam que a resposta para cada infração dos filhos é uma surra. Outros no entanto deixam seus filhos fazerem o que quiserem. Estes dois métodos representam os extremos, o nosso dever, na justiça aos nossos filhos, é encontrar o meio termo. Há momentos em que é preciso disciplina, (Provérbios 13:24, 29:17). Como também a momentos em que precisamos permitir a nossos filhos um pouco de espaço. O trabalho dos pais que desejam ser honrados por seus filhos é encontrar o lugar onde eles possam ser eles mesmos e ainda saber que Deus tem um plano para suas vidas. Porque como já sabemos, eles não vêm com manual de treinamento, mas com toda certeza quando damos a eles amor, tempo, paciência, encorajamento e esperança, eles responderão com honra, respeito e amor próprio.

Leia também: <Fechando os Guarda Chuvas>
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quarta-feira

Estudo e Leitura da Bíblia em Vídeos - Livro do Êxodo. Arrependimento do povo e sua contribuição voluntaria

19:54:00

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A caminho da a Terra Prometida - Êxodo 33

Mesmo depois de um grave pecado, Deus ainda estava disposto a dar-lhes a terra prometida, e assim mandou o povo começar a caminhar em direção a mesma. Embora estando Deus indignado pelo pecado cometido por eles, Ele não se esqueceu das promessas que fizera a seus ancestrais; e estas promessas Ele não iria quebrar, afinal suas palavras sempre se cumprem. E Deus não mudou, da mesma forma que agiu com os israelitas nesta ocasião, Ele também cumprira todas suas promessas concernentes ao seu filho Jesus Cristo em um novo céu e uma nova terra, Deus pretendia esta no meio deles, mas seus pecados tornou isso impossível, isto nos mostra mais uma vez a santidade de Deus. Ele odeia o pecado. E nos como um povo comprado pelo precioso sangue de Cristo, uma vez que ainda estamos no mundo, devemos ter cuidado para não cometer o mesmo erro do povo judeu, que nesta ocasião muitos pereceram no deserto, devemos evitar e odiar o pecado onde quer que ele esteja. "...Vós, que amais ao Senhor, odiai o mal. Ele guarda as almas dos seus santos; ele os livra das mãos dos ímpios..." (Salmos 97:10).

A retirada dos ornamentos foi como um símbolo visível do pranto; foi semelhante a viúva com seu vestido preto. Existem momentos em nossa vida que devemos retirar os ornamentos da religião, do orgulho, e da soberba e prantear aos pés de Cristo por nossos pecados cometidos, buscando de Deus direção e força sobre as investidas do inimigo. Eles obedeceram as instruções de Deus e lamentaram. "...Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados..." (Mateus 5:4). Mas a verdadeira tristeza sobre o pecado deve acompanhar o verdadeiro arrependimento. Você não pode arrepender-se sem tristeza. No entanto, a tristeza não garante necessariamente o arrependimento. O verdadeiro arrependimento altera a ação. Se um dia estamos tristes por um pecado cometido e no outro dia estamos repetindo o mesmo pecado, claramente não foi um verdadeiro arrependimento, no máximo ouve apenas um remorso. Devemos também ter certeza de que estamos tristes pelas razões certas. Tanto Pedro como Judas choraram arrependidos. Pedro corretamente mudou sua conduta e passou a ter uma vida produtiva em serviço a Igreja de Cristo. Judas no entanto cometeu suicídio.

Moisés intercede pelo povo novamente - Êxodo 33

Como descrever Moisés aqui? Ou que lições podemos aprender com isto? Moisés corajosamente entrou na presença de Deus. Ao ler este texto, dá-nos a impressão que ele estivesse quase como discutindo com Deus, ou pelo menos como um advogado argumentando fortemente o seu caso ao juiz. A primeira vista isso nos parece um pouco impertinente, mas ao estudarmos melhor o assunto vemos que muitos dos grandes homens de fé como Abraão e Davi também se chegarão a Deus com ousadia e Deus ouviu suas orações. Eles tinham um relacionamento íntimo com Deus. No caso de Moisés o próprio Deus ofereceu-se para fazer dele uma nova nação, dizendo: "...Tenho visto a este povo, e eis que é povo de dura cerviz. Agora, pois, deixa-me, para que o meu furor se acenda contra ele, e o consuma; e eu farei de ti uma grande nação..." (Êxodo 32:9-10). Eu creio que Deus ouviu e respondeu as orações ousadas de Moisés, porque elas não eram para si mesmo, eram para outros. Muitas vezes, quando as pessoas oram e alguns até exigem coisas de Deus, só as fazem de forma egoísta. Deus não é susceptível a ouvir estes tipos de orações. Mas se usarmos o relacionamento que temos com Deus para o bem do evangelho e do nosso próximo, Deus com alegria nos responderá.

Moisés estava determinado e firme em seu compromisso e dedicação ao povo. Ele não estava disposto a prosseguir, sem a presença de Deus. Moisés sabia que a presença Deus com ele, era fundamental. Ele ressaltou, que os israelitas foram separados das outras nações e que a presença de Deus era o que os distinguia dos outros povos.

E nós cristãos! O que nos tem nos diferenciado dos outros? O Espírito Santo habita em nós? Somos seguidores de Cristo? Se sua resposta é sim, então a presença de Cristo em nossa vida tem que nos tornar diferentes do restante do mundo. Os cristãos não devem ser apenas frequentadores de 'igrejas', seguidores de regras que se reúnem em grupos para cantar músicas gospel. Somos seguidores de Cristo, quando demostramos nosso amor para com o próximo, quando transparecemos isto com nossas ações, palavras e comportamentos. O nosso relacionamento com Cristo nos torna únicos e dá sentido a nossa fé. O céu não é maravilhoso e magnifico porque há ruas de ouro. É ótimo e perfeito porque Deus está lá. "...Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno..." (Hebreus 3:16).

Jeová um Deus Glorioso e Justo - Êxodo 34

Moisés pediu para ver a glória de Deus (Êxodo 33:18), e a glória de Deus foi lhe demonstrada de forma única. A nós é revelada a gloria de Deus em seu caráter, sua natureza, e sua maneira de se relacionar com suas criaturas. Note que Deus não deu a Moisés uma visão de seu poder e majestade, mas sim do seu amor. A glória de Deus é revelada na sua misericórdia, graça, compaixão, fidelidade, perdão e justiça. O amor e a misericórdia de Deus é verdadeiramente maravilhosa, e sua justiça visível.

O apóstolo Paulo se refere a este momento para nos ensinar lições importantes: "...E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, Como não será de maior glória o ministério do Espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça..." (2 Coríntios 3:7-9). O argumento de Paulo nestes versículos é baseada em uma premissa muito importante: A gloria da nova aliança supera a da velha. A antiga aliança, foi escrita em pedra, a nova no coração dos homens (3:03). A antiga aliança produziu condenação e morte, a nova produz justiça e vida (3:6, 9). A antiga aliança tinha uma glória que desvanecia, a nova glória é eterna (3:07,11). A antiga aliança foi refletida no rosto de Moisés, a nova no rosto de Cristo (3:7, 18; 4:6). O véu da incredulidade e dureza de coração, o véu da cegueira satânica, que a antiga aliança não pode remover, só é removida em Cristo, através da proclamação da nova aliança: "...mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido..." (2 Coríntios 3:14). Assim, a pregação da nova aliança é mais gloriosa, e seu efeito é maior do que a antiga, pois remove o véu da cegueira, levando os homens a fé em Cristo, e transformando o coração e a vida dos homens.

Por que os pecados afetam filhos e netos? - Êxodo 34

Um Deus "...Que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniquidade, e a transgressão e o pecado; que ao culpado não tem por inocente; que visita a iniquidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração..." (Êxodo 34:7). Estas palavras a primeira vista nos parece incoerente e uma punição arbitrária, mas quando entendemos que certas consequências são somente colheitas do que semeamos, conseguimos entendemos melhor. "...Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará..." (Gálatas 6:7). Infelizmente os filhos e netos sofrem pelos pecados de seus pais. Considere o abuso infantil ou alcoolismo, por exemplo. Enquanto esses pecados são óbvios, os pecados mais sutis, como o egoísmo e a ganância pode afetar profundamente os filhos e netos, levando os mesmos a seguirem o mal exemplo, tornando-se assim pessoas igualmente egoístas. Tenha cuidado para não tratar o pecado casualmente, ainda é tempo de arrependimento. O pecado pode causar pouco efeito agora, mas pode ter colheitas terríveis mais tarde.

As Contribuições do povo - Êxodo 35 - 36

O povo contribuiu com alegria para construção do Tabernáculo, eles sabia o quão importante eram suas doações para completar a 'casa de Deus'. Pessoas generosas não são necessariamente fieis a Deus. Mas as pessoas fiéis são sempre generosos. Quando os hebreus deixarão o Egito, levaram consigo os despojos da terra, incluído ouro, prata, joias, roupas e outros objetos de valor. (Êxodo 12:35-36). As contribuições de Israel foram dadas voluntariamente. "...Então toda a congregação dos filhos de Israel saiu da presença de Moisés, E veio todo o homem, a quem o seu coração moveu, e todo aquele cujo espírito voluntariamente o excitou, e trouxeram a oferta alçada ao Senhor para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas..." (Êxodo 35:20-21). Moisés despediu o povo para suas tendas, e somente depois aqueles que sentiram-se tocados começaram a trazer suas ofertas ao Senhor. Os modernos lideres de nossos dias nunca pensaria em dispensar uma congregação até terem feito apelos e mais apelos, para o povo contribuir com uma quantia determinada. Moisés no entanto dispensou a congregação, de modo que eles tiveram tempo para si mesmos, sem pressões emocional ou psicológica, sem carnes, envelopes ou valores determinados para contribuir. Deus instruiu Moisés a coletar uma oferta de "...cada um, cujo coração é voluntariamente disposto..." (Êxodo 35:5), e o texto frequentemente nos informa que este era o caso (cf. 35:21, 22, 26, 29). As pessoas contribuirão de boa vontade seus dons para o tabernáculo ser construído.

Agora a conduta adequada para nós que encontramos maior graça em Cristo Jesus, deve ser em abster-se de tudo o que pode nos levar ao pecado em nossa vida, e mostrar nossa boa vontade e generosidade em tudo o que diz respeito ao serviço de Deus na propagação do verdadeiro evangelho (e não o evangelho comercial e materialista ensinado em larga escala hoje; 2 Pedro 2:1-3). Existe um trabalho ou oficio que Deus deseja que façamos, Deus não exige ofertas especiais, ou doações estipuladas, mas ele apela para pessoas com corações generosos, dispostos a dar e participar voluntariamente. Nossa doação deve ser de amor e generosidade, com uma consciência pura, não coagido, não barganhando bençãos materiais, não de forma metódica, ou como regra gospel, mas sim voluntariamente e com alegria. "...Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra; conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre..." (2 Coríntios 9:7-9).

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terça-feira

"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar"

12:10:00

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4º Mandamento

"...Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou..."

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O quarto Mandamento - O dia de sábado é santo?

A definição etimológica da Palavra Sábado, do Hebraico, (שַׁבָּת, "Shabat"), significa descanso, cessação, interrupção. A Bíblia em Êxodo 20:8 recomenda "...Lembra-te do dia de DESCANSO, para o santificar...". Como todos os dez mandamentos, o sábado também foi instituído por Deus, este dia não inclui apenas a parte física, mas também a mental, emocional e principalmente a espiritual. O dia de Sábado foi feito para que o homem pudesse desfrutar de uma comunhão viva com seu Criador. Logo descansar significava deixar de lado as atividades rotineiras, e passar um tempo em companhia do Criador.

Ao contrário da crença popular, o trabalho não faz parte da maldição do pecado! Na verdade o trabalho do homem era importante no Jardim do Éden e foi delegado por Deus antes do pecado; "...E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar..." (Gênesis 2:15). A maldição do pecado no trabalho do homem consiste no suor do rosto, ou seja na canseira, estresse, e desconforto durante a realização de uma tarefa (Gênesis 3:19). Assim sendo, é natural também que ele descanse! Nossos corpos não foram projetados para um trabalho cansativo, mas como isto agora acontece devido a queda e maldição do homem, Deus da mais uma amostra do seu abundante amor concedendo ao homem um tempo para refrescar e descansar o corpo. Obviamente Deus deu o mandamento do sábado, não porque Ele necessitasse da adoração do povo, ou que precisasse de um dia especial para Ele, mas sem sombra de duvida foi para garantir a nossa saúde física e espiritual! Hoje, apesar de não estarmos mais sob o jugo da Lei, mas debaixo da liberdade da graça! Deus ainda espera que mantenhamos um período para descansar e glorificá-lo com a nossa vida e nosso tempo. Deus declarou que o dia de descanso seja um dia santo. Ou seja separado para sua gloria, Deus não mudou sua mente! Ele ainda espera que o homem mantenha seu periodo de descanso em Sua honra e glória!

Ensinamentos de Jesus sobre o dia de sábado

Quando Jesus Cristo veio ao mundo Ele cumpriu tudo o que a lei e os profetas ensinaram, mas mesmo sendo o Messias o filho de Deus, ele colidiu com os fariseus sobre os ensinos do dia de sábado, provando que os sistemas religiosos sempre confundiram a essência e o verdadeiro significado do sábado.  Estes episódios são encontrados nos quatro evangelhos, em (João 5:17-18) por exemplo diz: "...Mas Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus..." Os sacerdotes na época de Jesus levavam muito a serio os rituais deste Mandamento, tão a serio que perderão a noção da verdadeira intenção de Deus por traz da guarda do dia de descanso. A observância deste dia foi tão rigorosamente aplicada, que com o passar dos anos, eles acrescentaram suas próprias regras e regulamentos sobre o sábado, havia mais de 1.000 regras sobre o que era, ou não permitido fazer no dia de sábado. Por exemplo: você não poderia salvar uma pessoa se afogando no sábado. Se o boi de um homem caiu na vala, ele poderia retirá-lo, mas se o homem caiu, ele tinha que ficar lá. Se um homem era picado por uma pulga no sábado, ele devia permitir a pulga continuar, se ele tentasse espantar ou matá-la, ele era culpado de caçar no dia de sábado. Ainda hoje a aqueles que observam o sábado (ou domingo) de uma forma muito rigorosa, mesmo entre os cristãos. Algumas pessoas deixam de varrer ou espanar a casa, fazer as camas, de permitir ou cozinhar qualquer alimento no sábado, etc.

Em Mateus 12, lemos a narrativa de um episodio entre Jesus e os fariseus: "...Naquele tempo passou Jesus pelas searas num dia de sábado; e os seus discípulos, sentindo fome, começaram a colher espigas, e a comer. Os fariseus, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos estão fazendo o que não é lícito fazer no sábado. Ele, porém, lhes disse: Acaso não lestes o que fez Davi, quando teve fome, ele e seus companheiros? Como entrou na casa de Deus, e como eles comeram os pães da proposição, que não lhe era lícito comer, nem a seus companheiros, mas somente aos sacerdotes? [Neste ponto, na mesma história Marcos 2:27 registra que Jesus prosseguiu dizendo: "...O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado...".] "...Ou não lestes na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa? Digo-vos, porém, que aqui está o que é maior do que o templo. Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios, não condenaríeis os inocentes. Porque o Filho do homem até do sábado é o Senhor. Partindo dali, entrou Jesus na sinagoga deles. E eis que estava ali um homem que tinha uma das mãos atrofiadas; e eles, para poderem acusar a Jesus, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados? E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma só ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não há de lançar mão dela, e tirá-la? Ora, quanto mais vale um homem do que uma ovelha! Portanto, é lícito fazer bem nos sábados. Então disse àquele homem: estende a tua mão. E ele a estendeu, e lhe foi restituída sã como a outra. Os fariseus, porém, saindo dali, tomaram conselho contra ele, para o matarem. Jesus, percebendo isso, retirou-se dali. Acompanharam-no muitos; e ele curou a todos,..." (Mateus 12:5-15). Quando os fariseus acusaram os discípulos de violação da lei, Jesus não argumentou em sua defesa sobre a violação do sábado. Na verdade, a maneira como ele respondeu, praticamente assumiu que o que fizeram era contra a lei. Nos versos 3-4, quando Ele se refere ao rei Davi e seus homens tomando o pão da casa de Deus que não era lícito para eles comerem, Ele se refere também aos sacerdotes que trabalhavam no sábado. Em outras palavras, as necessidades dos homens de Davi e as necessidades do serviço do templo tinha precedência sobre o pão cerimonial e as regras do sábado. Em seguida Jesus cura um homem com a mão atrofiada, sendo um dia de sábado, intencionalmente provocando a controvérsia.

Jesus explica o que está fazendo declarando: "...aqui está o que é maior do que o templo...". E, por implicação maior do que Davi, então se Davi e seus homens, juntamente com os sacerdotes são inocentes, logo Ele também e prossegue: "...Porque o Filho do homem até do sábado é o Senhor...". Em outras palavras, Jesus esta dizendo que não é apenas um rei maior do que David. Ele está dizendo que como o criador, o sábado é Dele, e ele conhece profundamente o significado do dia de descanso. Ou seja o sábado foi feito para o homem, para o bem estar e saúde do homem, então Ele declara: "...Misericórdia quero, e não sacrifício..." Esta citação de Oséias 6:6 significa que o amor prevalece sobre as leis cerimoniais, o próprio Antigo Testamento dá orientações que devemos usar a lei com amor. "...O sábado foi feito para o homem, não o homem para o sábado (...) Por isso, é lícito fazer o bem no sábado...". O resultado de tudo isto não é que nos como seguidores de Cristo não devemos mais santificar o dia de descanso, mas que temos um novo tipo de liberdade e um novo critério nos é permitido. O dia de descanso é para aliviar o homem, não para sobrecarregá-lo com regras e normas.

Em uma outra ocasião, Jesus curou um homem no sábado e "...Disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito e anda..." (João 5:8). Isso supostamente colocou o homem em um grande problema, por que carregar seu leito violava o sábado, consequentemente por isso os judeus perseguiram ainda mais a Jesus, que lhes respondeu: "...Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também..." (João 5:16-17). Isso significa que Deus nunca deixou de trabalhar, se voltarmos a etimologia da palavra sábado no inicio deste artigo, vemos que também significa cessação, que é o mesmo que Terminar ou finalizar; fim; ou seja Deus terminou a tarefa da criação, mesmo porque é inconcebível Deus parar de trabalhar; e após a queda do homem Deus agora trabalha na redenção do mesmo, e Jesus naturalmente também: "...Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também..." O trabalho de Jesus na redenção foi concluído na cruz e ressurreição dos mortos. Agora, Ele poderia tomar o seu lugar com o seu Pai no trono do universo, e continuar o seu trabalho de intercessão e advogado por nos.

Os cristão deve guardar o dia de sábado?

Agora Cristo é o nosso descanso. E guardamos este descanso quando deixamos nossas obras carnais e confiamos em sua obra na cruz. Este é o grande e último significado do sábado. Cristo tornou-se o passaporte para o verdadeiro sábado. Isto é o que Hebreus 4:9 está dizendo: "..Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus...". Mas, então, o escritor acrescenta, no versículo 11 "...Ora, à vista disso, procuremos diligentemente entrar naquele descanso..." Em outras palavras, nós entramos no caminho que é Jesus, mas para chegarmos ao verdadeiro descanso o Reino de Deus, seus ensinos agora deve ser aplicado em nossa vida ainda neste mundo. Nosso eterno Sabbath é iniciado em Cristo, mas não estará totalmente presente até o grande dia do senhor.

Sabemos que nos como cristão, não estamos sujeito a lei de moisés no sentido ritualístico dela, mas somente sob seu aspecto espiritual, portanto não necessitamos cultivar um dia exclusivo para santificar a Deus, mas sim santificá-lo todos os dias. Em Deuteronômio 5, Moisés ao reafirmar os dez mandamentos ele diz qual foi a razão do sábado ser dado à nação de Israel: "...Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado..." (Deuteronômio 5:15). Repare na expressão “por isso”. A intenção de Deus em dar o sábado a Israel não foi que se lembrassem da criação, mas que se lembrassem de sua escravidão egípcia e o livramento do Senhor. A pessoa sob a lei do sábado não poderia deixar sua casa no Sabbath (Êxodo 16:29), não poderia acender fogo (Êxodo 35:3) e não poderia fazer ninguém trabalhar (Deuteronômio 5:14). A pessoa que quebrasse a lei do sábado seria condenada à morte, mas Cristo veio nos trazer a vida, e nos livrar da maldição da lei (Êxodo 31:15; Números 15:32-35). O sábado foi estabelecido para a nação de Israel, e não para a igreja, ele é parte da Lei do Velho Testamento, e os cristãos são livres da servidão da Lei (Gálatas 4:1-26; Romanos 6:14). Guardar o sábado ou domingo não é algo cobrado dos cristãos, não somos obrigados a seguir o Sabbath de Moisés - descansando, agora somos livres para seguir o Cristo ressuscitado - servindo. Mas isto também não impede que quem deseje guardá-lo o faça, mas não mais como uma obrigação ou regra. O apóstolo Paulo ensina que cada cristão deve decidir se observa ou não o descanso do Sabbath: "...Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente..." (Romanos 14:5). Devemos adorar a Deus todos os dias, não somente no sábado ou domingo. "...Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo..." (Colossenses 2:16-17). São sombras das coisas vindouras quer dizer: o próprio Cristo é o nosso descanso final. "...Vinde a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei..." (Mateus 11:28).

"...Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a Lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo..." (Gálatas 5.13-14).
"...Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus; porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, tem-se manifestado a justiça de Deus, que é atestada pela lei e pelos profetas; isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que crêem;..." (Romanos 3:19-22).

"...Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê..." (Rm 10:4)

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